quarta-feira, 25 de dezembro de 2013


CAMPOS DE LUNA









Triste paisaje de campos lejanos,
donde se muere mi alma,
donde se muere la ilusion.
tus campos son hechos de sueños, de milongas y mates junto al fogón.
Paisaje que me acompanha, cuando cerro mis ojos
bajo la luna,
num suspiro de vida pa' recuerdar la herida
que el tempo no iso marchar.
paisaje de color soledad
cancion que se perdio junto al viento;
donde duerme mi alma,
donde quedan esperanzas vestidas de Luna
Mi llanto aun te nonbra
sin embargo ayer te busque...
Sabe dios las penas que llevo
en estes campos, donde se perdio mi querer.

Texto: Andrea Rodrigues
Foto: José Guilherme Martins
https://www.facebook.com/jgmartini

http://www.crioulos.com.br/




MEU QUERER




Quero um querer bem mais que querer,
 estrela vestida de gente,
 manhãs de Primavera florindo o Estradão.
 Quero um querer bem mais que um querer, 
cheiro de terra molhada, descer da tarde alumbrando a Tapera
 Quero um querer bem mais que um querer,
 nas folhas que varrem os sonhos descendo no encosto da Serra,
 são sonhos, meus sonhos teus sonhos cruzando um destino que o tempo não soube deter. 
Quero um querer bem mais que um querer, nos versos tristonhos do poeta, 
na prosa na noite no Galpão...suspiros e recuerdos cantados nos acordes que acariciam o coração.
 Quero um querer assim simplesmente nas cores e aromas que a primavera traz pro meu renascer"

Texto: Andrea Rodrigues
Foto: EDUARDO ROCHA
http://con7407.wix.com/eduardorocha






MEU RANCHO/ NOEL GUARANY

Compositor: Jayme Caetano Braun E Noel Guarany





É a sina dos tapejaras
Essa de beber mensagens
Que o vento traz nas aragens
Do fundo da noites claras
Bordoneando nas taquaras
Ou pelas frinchas da porta
Porque reanima e conforta
O velho sangue guerreiro
E se eu nasci missioneiro
O demais pouco me importa.

Nasci no meio do campo
Na costa do banhadal
Dentro dum rancho barreado
De chão duro e desigual
Meu berço foi um pelêgo
Sobre um couro de bagual.

Bebi leite na mangueira
Numa guampa remachada
E acavalo num tição
Me aquentei de madrugada
Enquanto o vento assobiava
Nos campos brancos de geada.

Brinquei com gado de osso
Na sombra do velho umbu
E assim volteando um amargo
E o churrasco meio cru
Fui crescendo e me orgulhando
De ter nascido um chirú.

Depois de andar gauderiando
Por muita querência estranha
Hoje vivo no meu rancho
Na humildade da campanha
Junto a chinoca querida
E um cusco que me acompanha.

É meu vizinho de porta
Um casal de quero-quero
Por isso embora índio pobre
Bem rico me considero.
Tendo china, pingo e cusco
No mundo nada mais quero.
Na estaca em frente do rancho
Dorme o pingo, meu amigo
Companheiro que eu adoro,
Prenda guasca que bendigo
Pois alegrias e penas
Sempre reparte comigo.

E quando de noite, a lua
Vem destapando meu rancho
Agarro na gaita velha
Que guardo erguida no rancho
E dando rédeas ao peito
Num vanerão me desmancho.

E ali pela solidão
Onde meu canto escramuça
Parece que a noite velha
Cheia de mágoas soluça
E a própria lua pampeana
No santa fé se debruça.

E meu verso é como o vento
Que vai dobrando as flexilhas
E floreia compadresco
O hino destas coxilhas
Entre os buracos de bala
Do pavilhão farroupilha.

É mesmo que bombeador
Dos piquetes de vanguarda
Que vem abrindo caminho
Pelas tropas da retaguarda.
Enquanto a cordeona chora
Meu cusco fica de guarda.

Mas pra deixar o sossego
Do meu rancho macanudo
Basta só a voz de um clarim
Com china e cusco me mudo
Pra defesa do rio grande
Que adoro acima de tudo.



sexta-feira, 1 de novembro de 2013


"Me gusta matear solito, porque  assim te sinto comigo.
no rancho na beira da serra pra ver a tarde chegar de espacito.
Recuerdo de um sonho antigo, rancho, mate e abrigo
pra alma razão de sonhar;
Me gusta matear solito, pra que assim me encontre comigo
nas adversidades que me afrontam e peleam
nas rédeas do vento , um poncho amigo.
Tem coisas que a gente não esquece
aun que a alma arrebente no castigo,
viver e viver sem sonhar, é seguir sem rumo e destino."

Andrea Rodrigues
*foto Eduardo Rocha
http://www.eduardorocha.fot.br/



PELOTAS/ RIO GRANDE DO SUL
"TRIBUTO À ZITARROSA"



terça-feira, 1 de outubro de 2013

JAIRO LAMBARI FERNANDES

 

ENSERENADA

Jairo Lambari Fernandes

Se ao menos eu soubesse
Dos detalhes do teu rosto
E um sonho me trouxesse a alegria
Aqui pro posto
A alegria de viver num mate
Cevado por ti
E a tristeza por querer
Bem mais do que mereço
Tua alma eu já conheço
Teu semblante eu nunca vi
Quem sabe me apareça
Numa tarde de inverno
Me trazendo um beijo terno
E um sorriso de verão.
E eu te entregue num abraço
Um querer maior que tudo
E o meu rancho fique mudo
Para ouvir teu coração
Que eu me veja em teus olhos
Na nudez da madrugada
Pra viver por ti amada
E afogar a solidão
Imagino teu sorriso
Flor do campo enserenada
Refletindo nas aguadas
Do meu bem querer
 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

SAN ANTONIO DE ARECO




74° FIESTA DE LA TRADICIÓN 2013.
Este año desde el sábado 2 al domingo 10 de noviembre en el Parque Criollo Ricardo Güiraldes y diferentes puntos del pueblo.

El Pueblo además de ser un mojón cultural de la tradición, es sede desde 1939 de ...la Fiesta de la Tradición, la celebración gaucha más antigua de Argentina. Se trata de un acontecimiento nacional que se inicia ochos días antes con la Semana de la Tradición y cierra a lo grande con el impresionante desfile de paisanos y las destrezas gauchas en el Parque Criollo Ricardo Güiraldes.




 Es una festividad en la que Areco se muestra con su propia identidad y donde los protagonistas deben ser los paisanos, artesanos, músicos, bailarines y artistas: folclore puro y genuino, que le ha permitido a los arequeros ser custodios de las nobles tradiciones que componen el ser argentino. El gaucho, orgulloso del pasado, renueva en la Fiesta de la Tradición su compromiso por un estilo de vida.
www.sanantoniodeareco.travel te invita a que te organices con tiempo!