quarta-feira, 27 de julho de 2011

ARGENTINO LUNA



ARGENTINO LUNA, nació en los pagos gauchos de General Madariaga, provincia de Buenos Aires. En aquellos montes de tala, en aquellas lagunas, en esa vasta llanura de la pampa verde, seguramente templó la guitarra que lo llevaría a desandar los caminos de la patria y más allá de sus fronteras, Japón, Estados Unidos, Costa Rica, Panamá, Brasil, Uruguay. Hijo de padres campesinos, jamás olvidó la nacencia, es y será siempre un paisano tuyusero, hombre de los montes del Tuyú.
llego a la canción, a la copla para quedarse en la memoria de su gente, de su pueblo, su voz y su guitarra ya son parte del paisaje cultural de los argentinos. El largo camino recorrido de su cancionero nos pone frente a un hombre y su destino.
ARGENTINO LUNA, sabe porque canta y sabe a la manera de Violeta Parra que su propio canto es el canto de todos. Más de trescientas canciones grabadas, huellas, milongas, zambas, canciones, triunfos, cifras y poemas entre otros ritmos criollos han hecho nido en la guitarra de este poeta, andariego y soñador.





La radio, la televisión, el disco lo tienen como un consecuente visitante, desde el año 1968 que se inauguró en una sala de grabaciones no ha dejado de hacerlo hasta la actualidad, estos son los títulos de algunos de sus discos. Con guitarra prestada -- perdón , padre -- payador , patrón del canto – cartas de muchos – algo que quería decirte – eterno amante del alba—vida , pasión , casi muerte del gaucho – apenas si soy cantor – soy de un pago tristeza – linda yunta pal arao -- la raíz de mi canto -- un cantor en soledades – por el credo de Atahualpa – en tu homenaje mujer – cuando callas por amor – canto a la Patagonia – por si se te olvida – del algarrobo al ombú – ansia – argentino y bien parido -- razones – me preguntan como ando – el duende de las guitarras – tajo a tajo – la copla es canto del pueblo – el campo también es patria
Con su permiso don Carlos, estos son algunos de los discos grabados por argentino luna en su larga carrera discográfica.
Los Chalchaleros, Ramona Galarza, Alberto Marino, Jorge Cafrune, Hernán Figueroa Reyes, Los Peregrinos, Los Quilla Huasi, Soledad, Alfredo De Angelis, Los Cuatro de Córdoba han llevado al disco obras de este autor. Sería muy difícil enumerar la cantidad de obras de su autoría grabadas por él mismo, desde aquella primera “Zamba Para Decir Adiós”, “Pero el poncho no aparece”, “Mira lo que son las cosas”, “Mire que es lindo su país paisano”, “Todo el amor que te di”, “Me preguntan como ando”, “Que bien le ha ido”, entre otros temas salidos de la pluma de este poeta y cantor de la provincia de Buenos Aires.
Ha recibido los premios CHARRÚA DE ORO, CÓNDOR DE FUEGO, DISCO DE ORO, CARLOS GARDEL, KILMES, APACHETA (en nombre de los pueblos originarios), “SENTIDO DE LA VIDA 2009” (entregado por la escuela de psicoanálisis y logoterapia) junto a Nelson Mandela en Septiembre de 2010 entre otras distinciones; también lleva su nombre el escenario de la Fiesta Del Gaucho en su pueblo natal y ha sido nombrado ciudadano ilustre de General Madariaga.


“He sido y seré habitante de los silencios de mi pueblo, ellos guardan mi cancionero, he sembrado en buena tierra, el corazón de mi gente a hecho germinar la semilla de la copla, canto y seguiré cantando porque ese ha sido el destino que elegí o me eligió, solamente soy, un paisano cantor de los pagos de Madariaga, de allí partí un día para volver mejor, como dijo el poeta”. Nos dejó físicamente el Sábado 19 de Marzo de 2011, pero don ARGENTINO LUNA seguirá andando de pueblo en pueblo, en el corazón de su gente, cuando un cantor empuñe una guitarra y entone los versos de algunas de sus canciones. ¡Hasta siempre Don ARGENTINO LUNA!

Actualizado ( Martes, 22 de Marzo de 2011 12:19 )

http://www.argentinoluna.com/

terça-feira, 26 de julho de 2011

PAIXÃO CÔRTES

O folclorista



Ex-aluno do Colégio União quando seu pai trabalhava na Estação Experimental de Uruguaiana,RS - Brasil, foi ele que carinhosamente deu o apelido para o Colégio União de Baio Velho, onde foi aluno de Cirilo e Diva Neves Zadra, também estudou no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, Paixão Côrtes é um personagem decisivo da cultura gaúcha e do movimento tradicionalista no Rio Grande do Sul, do qual foi um dos formuladores, juntamente com Luiz Carlos Barbosa Lessa e Glauco Saraiva. Juntos, partiram para a pesquisa de campo, viajando pelo interior, para recuperar traços da cultura do Rio Grande.
Em 1948, organizou e fundou o CTG 35 e, em 1953, fundou o pioneiro Conjunto Folclórico Tropeiros da Tradição.
Em 1956, Inezita Barroso gravou as músicas tradicionais gaúchas Chimarrita-balão, Balaio, Maçanico e Quero-Mana, Tirana do Lenço, Rilo, Xote Sete Voltas, Xote Inglês, Xote Carreirinha, Vaneira Marcada, recolhidas por Paixão Cortes e Barbosa Lessa.
Em 1958, Paixão Côrtes apresentou-se no Olympia de Paris, no palco da Universidade de Sorbonne, no Hotel de Ville, no Teatro Alhambra, além de clubes noturnos e cabarés.
Em 1962, Inezita Barroso gravou as composições Tatu e Pezinho, recolhidas por Paixão Côrtes e Barbosa Lessa. No mesmo ano, recebeu o prêmio de Melhor Realização Folclórica Nacional. Em 1964, apresentou-se na Alemanha, na Feira Mundial de Transportes e Comunicação, na cidade de Munique. Recebeu ainda, no mesmo ano, o prêmio de Melhor Cantor Masculino de Folclore do Brasil.




Em 1986, apresentou-se durante um mês na Inglaterra, divulgando traduções de seus livros para o inglês.
Em 1992, a estátua do Laçador, do escultor Antônio Caringi, para a qual Paixão Cortes posou em 1954, foi escolhida como símbolo da cidade de Porto Alegre.



Estátua do Laçador, para a qual Paixão Cortes serviu de modelo em 1954Em 2001 proferiu palestra sobre a música gaúcha no VII Encontro Nacional de Pesquisadores da MPB, realizado no Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Em 2003 lançou seu novo manual, com mais danças, derivadas do primeiro. Por exemplo, Valsa da mão trocada, Mazurca Marcada, Mazurca Galopeada, Sarna, Grachaim.
Em 2010 é escolhido Patrono da 56a Feira do Livro de Porto Alegre.

O agrônomo
 

 
Paixão Côrtes foi responsável pela abertura de mercado da ovinocultura no Rio Grande do Sul. Foi ele quem trouxe da Europa novos métodos e tecnologias de tosquia, desossa e gastronomia, além de incentivar o consumo de carne ovina.

Ele começou a trabalhar na Secretaria da Agricultura aos 17 anos como classificador de lã. Em 40 anos de serviço, passou pelas Estações Experimentais de Pelotas, Santana do Livramento e nos Campos de Cima da Serra e em Porto Alegre, também como professor dos curso de classificação de lã, ovinotecnista e, por fim, chefe do Serviço de Ovinotecnia.
Formado em 1949 em Agronomia, na UFRGS, Paixão Côrtes desenvolveu na Secretaria da Agricultura o trabalho de extensão no interior do Estado. Segundo ele, o fato de ser folclorista e "falar a mesma língua do homem do campo" facilitou a comunicação e a implantação de novas tecnologias.

CAVALGADA NO FIM DO MUNDO

EDUARDO ROCHA
Novidades e agenda


Acompanhe a Cavalgada dos Extremos pelo blog: http://www.eduardorocha.fot.br/blog/


Release: http://www.eduardorocha.fot.br/blog/?p=109

CONT:

CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

RIOGRANDENSES


DVD EM COMEMORAÇÃO AOS DEZ ANOS DE CARREIRA

CONTATO:

Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva


Fone: 51. 9822.9151
http://www.cesarerogerio.com.br/
www.twitter.com/cesar_rogerio

terça-feira, 21 de junho de 2011

EL CHANGO DUARTE

ANTES DE VOLTAR PA’S CASA



Vou rumbiando pela velha senda,
num tranquito meio sonolento,
hai que molhar a goela na venda,
que o caminho é mui polvorento...


De longe, o bolicho já me chama,
perdido em meio ao pajonal,
amigos, charla, riso e brama,
assado e o carteado habitual...


E de longe também já s’escuta
os ricos floreios das bordona,
hoje, tou malparado, ah la pucha!,
essa volta, vim sem a cordiona...


Apeio e ato ao palanque o pingo,
entre gargalhada e gritaria;
me saluda o bolichero gringo,
vou adentrando na pulperia,


Às vez, aparece um boi corneta,
querendo azedar o ambiente,
mas a gente despede o sotreta,
puxando a Guazú Birá pa’ frente...


Clube de soltero ou descasado,
índio que não tem para quem voltar,
é meio sicólogo, o pulpero,
isso é o que nos atrai àquele bar...


Diferentes tipos reunidos,
ermãos d’ alma, amigos de coração,
ali las passamos entretidos,espantando mágoa e solidão!


Texto: Jorge Webber (El chango Duarte)
Foto: Eduardo Rocha

elchangoduarte@yahoo.com.ar

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EDUARDO ROCHA

Mais informações

sábado, 18 de junho de 2011

JAIRO LAMBARI FERNANDES

No Rastro da Gadaria


 Já faz três dias que culatreio esta tropa
Que vem mermando, quase chegando ao destino
Canso cavalos no rastro da gadaria
Nas alegrias poucas de um campesino


Só mais uns dias e a tropeada se termina
Minguada é a plata para os que rondam madrugadas
Empurrando bois, nos encontros dos cavalos
De longe os galos prenunciam alvoradas


Refrão:
De vez em quando um sapucay chamando a ponta
E um índio touro abre o peito e atropela
Um cusco baio se revolta e garroneia
O boi coiceia e, dando volta, se entrevera


Tranqueia o gado farejando um aguaceiro
Que vem se armando lá prás banda oriental
Abrem-se ponchos na culatra e lá na ponta
E o vento afronta mareteando o pastiçal


Troveja longe e o raio plancha na terra
E a manga d´água já branqueia o corredor
Encharca o poncho e a alma de quem tropeia
Se o tempo enfeia pros lados do chovedor


Não vejo a hora de findar esta jornada
E voltar pro rancho que ergui no meu lugar
Já imagino a minha linda na janela
Sonhei com ela e pra ela vou voltar



Interpretação:
Abramo machado e Felipe Araújo

JAIRO LAMBARI FERNANDES



Nascido em 13/07/1967 Jaime Alvino fernandes, o "Lambari" teve sua infância
na mesma cidade onde nasceu Caciqui, Rio Grande do Sul.
Morou durante 06 anos no interior de Cacequi, trabalhando como peão de campo
na localidade de macaco branco, na gja. Sta. teresinha onde foi descoberto
por Joarez Fialho o qual o apresentou à Jaime Brum Carlos que o levou pra o seu
primeiro festival Nativista da cidade de Santa maria, desde então vem
conquistando diversos festivais e premiações.
Conheçedor da lida campeira vem retratando em seu trabalho a vida do homen
do campo, mas nunca esqueçendo o romantismo do homen rural,
marca registrada de sua carreira.

http://www.jairolambarifernandes.com.br/

RÁDIO TERRA GAÚCHA NA PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE GAÚCHA



.Povo Riograndense , Brasileiro e Gaúcho no passado tivemos que pegar em armas para mostrar a força dos Gaúchos do Rio Grande do Sul , é chegada a hora de mais uma vez iniciar uma revolução , mas hoje em Prol do Nosso Movimento Nativista que neste ano completa seus 40 anos de existência , este movimento é responsável pela manutenção musical do nosso estado nesses 40 anos , onde surgiram , surgem e SE DEPENDER DE TODOS nós vão continuar surgindo novos cantores , poetas , músicos que são responsáveis pela criação de nossa imagem sonora e manutenção de nossa cultura através de suas letras e melodias ,retratando nelas o nosso modo tão peculiar de ser .

È chegada a hora senhores de pegarmos em armas novamente , mas desta vez elas são as nossas palavras de APOIO aos nossos festivais que estão enfraquecidos , estão quase sem força para lutar contra as culturas adversas que são plantadas em seu lugar a cada dia .
Pedimos , a cada um dos senhores que tem em si este legado ancestral de defender sua terra , que nos ajude com tuas palavras de APOIO.

Mande teu email de apoio com o título “Não Deixei Morrer Nossa Vigília” para cpd@cachoeiradosul.rs.gov.br ( e para os principais emails da Prefeitura de Cachoeira do Sul .

“Não Deixei Morrer Nossa Vigília”

www.radioterragaucha.com.br

Parceiros

Agradecemos a cada um de vocês pela força e luz !
Equipe Rádio Web Terra Gaúcha .

sábado, 28 de maio de 2011

...POR FALAR EM VOCÊ...





 "Falar de você, é falar destes campos tristonhos que escondem os sonhos
adormecidos nas taperas...
Falar de você, é falar das tardezinhas que escapam lá na serra,
alumiando as campinas, as flores e a gadaria..
Falar de você..é falar da esperança que cavalga nestes crioulos, rasgando as fronteiras
onde a lua dorme então..
Falar de você é falar da solidão destes galpões onde o fogo faz companhia, a prosa,
o mate, e seus peões entoando uma moda antiga.
Falar de você é matear a saudade, no chiado da cuia quando a dor faz alarde.
Falar de você, é compor mil versos e canções pra cantar as coisas lindas deste Rio grande, na paisagem campeira do teu eu no horizonte.."



Andrea Rodrigues


*foto/ Eduardo Rocha

terça-feira, 24 de maio de 2011



EDUARDO ROCHA



A influência do design e a proximidade com o marketing rural são presenças marcantes em seu trabalho fotográfico. 


Pessoas comuns em seu ambiente natural, paisagens e imagens do cotidiano captadas sob ângulos diferenciados registram o olhar deste fotógrafo.



http://br.olhares.com/EduRocha


sexta-feira, 20 de maio de 2011

AMILTON LIMA


BOLICHO BAR - 19 MAIO / SÃO LOURENÇO DO SUL
CONT: 51 32511790

16.RODEIO DE CAMAQUÃ - 21 MAIO / CAMAQUÃ
CONT. 51 36712743

http://www.amiltonlima.com.br/

sexta-feira, 29 de abril de 2011

HOMENAGEM A RUI BIRIVA



POR CÉSAR OLIVEIRA



...Cantar é preciso para viver e amar...



Um cantor, trovador, instrumentista... um artista, muitos dizem que são seres humanos que estão mais próximas de Deus, se é mesmo, não sei, quem sabe um dia saberei...

Sei sim, que estes são na vida terrena abençoados com o dom de encantar, de levar alem fronteiras a língua que o mundo todo se identifica, escuta, aplaude, chora, ri... extravasa. Este dom para muitos é dado em demasia, outros menos, mas poucos o respeitam e usufruem, pois não possuem a sapiência de que este dom não é seu e sim da vida, do mundo.

Quando um destes “seres de luz” se destaca, ele destaca a força divina, ele representa através deste dom, a natureza, os povos, a angustia de muitos e a alegria de tantos. É certamente um mensageiro que sustenta a magia de corações apaixonados e acalanta a tristeza de corações mutilados...

É um mensageiro que em segundos atravessa oceanos, e entrega através da sonoridade de seu dom, seu comunicado.

Sendo assim, te peço amigo Rui: Entrega lá em riba esta mensagem do povo Riograndense:

 
- “Patrão”, esta chegando em sua estância um peão deste Rio Grande, um Gaúcho guerreiro que através do canto desbravou e elevou nossa pátria. Ele chegará com um riso largo, jeitão pacholento, facilita toma conta e forma um fandango e ao encontrar São Miguel, é capaz de “prendê” o grito: - Tchê loco!!!! Por onde andastes??? Peleador como tu não se viu.... Mas não se assuste, ele é assim mesmo, por onde passou deixou alegria, amigos, admiradores e eternos seguidores. Foi um desbravador que abriu picadas para muitos que hoje percorrem o mesmo caminho que seus pés socaram o trilhado.

 
- Este “peonaço” deixou saudades meu “Senhor”, mas nos deixou sua mensagem, de paz, alegria de vida e de luta pela mesma.


- Ele é um exemplo de respeito pela vida, a qual devemos viver intensamente, pois é curta e se acaba. Deixou a mensagem de que devemos cuidar dos nossos e dos outros também... e ele soube muito bem realizar tal tarefa.


- Bueno, só te peço mais uma coisinha.... - Vez por outra “Patrão”, envia-nos noticias deste “amigaço”, quem sabe através de um raio de sol tão embriagado de luz como seu sorriso, ou que sabe num sopro de vento que traga a sonoridade de sua voz, e junto dela a mensagem que diz:

- Cantar é preciso... para ser eternamente vivo.



Obrigado amigo Rui Biriva por toda alegria que nos deixastes, agora por favor alegra este “Patrão” que esta tristonho com seu povo, mas diz pra ele que sempre nos resta esperança, e tu nos ensinastes isso.

César Oliveira


NOTA DO FALECIMENTO DE RUI BIRIVA
Rui Biriva, cantor gaúcho morto aos 53. Foto: Reprodução


Rui Biriva, cantor e compositor do Estado do Rio Grande do Sul, morreu nesta segunda-feira (25), às 22h45, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do local.

O músico, que lançou mais de dez álbuns em quase 30 anos de carreira, deu entrada na emergência do hospital no dia 14 de abril com um tumor no intestino grosso. Estava internado desde então.


Natural de Horizontina, Rui era um dos grandes nomes da música regional do Estado e colecionou inúmeros prêmios - entre eles, o Troféu Guri, da RBS, e o Top of Mind, da Revista Amanhã (categoria Cantores Regionais). Em 2000, ainda fez uma turnê de 20 dias em Portugal.


As composições de Rui, que também apresentava programas em estilo rural em rádios, chegaram a ser gravadas por Daniela Mercury, Os Nativos e Dalvan.




VOLTAREI


Composição : Rui Biriva/Elton Saldanha





"Eu voltarei pra te dizer

Longe de ti não é viver

Pra teu amor quero voltar

Eu voltarei porque senti

Eu tive medo,eu fugi
Peço perdão,quero voltar
Naquele dia quando eu disse adeus


Um sonho lindo em meu peito morreu
Parece que deus esquecia de mim
Naquele dia eu perdi a memória
Por isso eu não posso contar minha história


Sem trazer você pra perto de mim
Voltarei,o peito cheio de amor
Pra mandar embora essa dor
Pra te amar eu voltarei
Voltarei,porque eu sei que não é tarde
Pra matar essa saudade"


 

terça-feira, 15 de março de 2011

CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

MARÇO 2011 - CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

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