sexta-feira, 29 de abril de 2011

HOMENAGEM A RUI BIRIVA



POR CÉSAR OLIVEIRA



...Cantar é preciso para viver e amar...



Um cantor, trovador, instrumentista... um artista, muitos dizem que são seres humanos que estão mais próximas de Deus, se é mesmo, não sei, quem sabe um dia saberei...

Sei sim, que estes são na vida terrena abençoados com o dom de encantar, de levar alem fronteiras a língua que o mundo todo se identifica, escuta, aplaude, chora, ri... extravasa. Este dom para muitos é dado em demasia, outros menos, mas poucos o respeitam e usufruem, pois não possuem a sapiência de que este dom não é seu e sim da vida, do mundo.

Quando um destes “seres de luz” se destaca, ele destaca a força divina, ele representa através deste dom, a natureza, os povos, a angustia de muitos e a alegria de tantos. É certamente um mensageiro que sustenta a magia de corações apaixonados e acalanta a tristeza de corações mutilados...

É um mensageiro que em segundos atravessa oceanos, e entrega através da sonoridade de seu dom, seu comunicado.

Sendo assim, te peço amigo Rui: Entrega lá em riba esta mensagem do povo Riograndense:

 
- “Patrão”, esta chegando em sua estância um peão deste Rio Grande, um Gaúcho guerreiro que através do canto desbravou e elevou nossa pátria. Ele chegará com um riso largo, jeitão pacholento, facilita toma conta e forma um fandango e ao encontrar São Miguel, é capaz de “prendê” o grito: - Tchê loco!!!! Por onde andastes??? Peleador como tu não se viu.... Mas não se assuste, ele é assim mesmo, por onde passou deixou alegria, amigos, admiradores e eternos seguidores. Foi um desbravador que abriu picadas para muitos que hoje percorrem o mesmo caminho que seus pés socaram o trilhado.

 
- Este “peonaço” deixou saudades meu “Senhor”, mas nos deixou sua mensagem, de paz, alegria de vida e de luta pela mesma.


- Ele é um exemplo de respeito pela vida, a qual devemos viver intensamente, pois é curta e se acaba. Deixou a mensagem de que devemos cuidar dos nossos e dos outros também... e ele soube muito bem realizar tal tarefa.


- Bueno, só te peço mais uma coisinha.... - Vez por outra “Patrão”, envia-nos noticias deste “amigaço”, quem sabe através de um raio de sol tão embriagado de luz como seu sorriso, ou que sabe num sopro de vento que traga a sonoridade de sua voz, e junto dela a mensagem que diz:

- Cantar é preciso... para ser eternamente vivo.



Obrigado amigo Rui Biriva por toda alegria que nos deixastes, agora por favor alegra este “Patrão” que esta tristonho com seu povo, mas diz pra ele que sempre nos resta esperança, e tu nos ensinastes isso.

César Oliveira


NOTA DO FALECIMENTO DE RUI BIRIVA
Rui Biriva, cantor gaúcho morto aos 53. Foto: Reprodução


Rui Biriva, cantor e compositor do Estado do Rio Grande do Sul, morreu nesta segunda-feira (25), às 22h45, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do local.

O músico, que lançou mais de dez álbuns em quase 30 anos de carreira, deu entrada na emergência do hospital no dia 14 de abril com um tumor no intestino grosso. Estava internado desde então.


Natural de Horizontina, Rui era um dos grandes nomes da música regional do Estado e colecionou inúmeros prêmios - entre eles, o Troféu Guri, da RBS, e o Top of Mind, da Revista Amanhã (categoria Cantores Regionais). Em 2000, ainda fez uma turnê de 20 dias em Portugal.


As composições de Rui, que também apresentava programas em estilo rural em rádios, chegaram a ser gravadas por Daniela Mercury, Os Nativos e Dalvan.




VOLTAREI


Composição : Rui Biriva/Elton Saldanha





"Eu voltarei pra te dizer

Longe de ti não é viver

Pra teu amor quero voltar

Eu voltarei porque senti

Eu tive medo,eu fugi
Peço perdão,quero voltar
Naquele dia quando eu disse adeus


Um sonho lindo em meu peito morreu
Parece que deus esquecia de mim
Naquele dia eu perdi a memória
Por isso eu não posso contar minha história


Sem trazer você pra perto de mim
Voltarei,o peito cheio de amor
Pra mandar embora essa dor
Pra te amar eu voltarei
Voltarei,porque eu sei que não é tarde
Pra matar essa saudade"


 

terça-feira, 15 de março de 2011

CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

MARÇO 2011 - CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

INF/ CONTATO:
Mariana Pires
Produção Executiva
Fone: 51. 9822.9151
www.cesarerogerio.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CÉSAR OLIVEIRA


César Oliveira e Os Chimangos em turnê pela Europa



De 07 de fevereiro a 01 de março, César Oliveira estará em turnê pela Europa juntamente com o Grupo de Arte Nativa Os Chimangos, de Caçapava do Sul. Esta é a sétima vez que o grupo se apresenta em festivais de folclore no velho continente, sempre mostrando as danças típicas do Rio Grande do Sul e da América Latina. Desta vez o roteiro inclui espetáculos na Hungria, Romênia, Eslováquia, Suíça e França.
Compõem a comitiva 22 dançarinos, os diretores do grupo e os músicos César Oliveira (charango, bombo-leguero, voz), Edilberto Bérgamo (gaita ponto), André Teixeira (violão e voz) e Ivan Letelier (zamponã, quena e voz), que serão responsáveis pela execução ao vivo do repertório, composto por 27 danças folclóricas latino-americanas, são elas: Dança das Avestruzes, Anú, Tatu Novo, Tirana do Lenço, Chimarrita, Tatu Velho, Ratoeira, Chula, Galopera, Malambo Sureño, Zamba de Mi Esperanza, Huella, Firmeza, Malambo Norteño, Taquirari, Bailecito, Carnavalito, Chamamé, Favo de Mel, Balaio, Pezinho, Xote de Carreirinha, Dança dos Facões e Pericón, além de Zamba de las Tolderias, Chacarera del Rancho e Recuerdo, músicas do repertório de César Oliveira e Rogério Melo que foram coreografadas especialmente para a turnê.
A parceria entre César Oliveira e Os Chimangos já vem de muitos anos e faz parte da formação musical do cantor, que integrou o grupo por cinco anos, tendo, inclusive, participado da 3ª turnê européia, feita em 1995. Esta parceria consolidou-se ainda mais através da participação dos Chimangos nos três DVDs gravados pelo dueto. Neste sentido, esta turnê também visualiza projetos futuros entre César Oliveira e Rogério Melo e Os Chimangos.
Para César, outro grande objetivo da viagem é “buscar bagagem de informações relacionadas à musica regional e ao folclore dos países que serão visitados, pois certamente todas as experiências e conhecimentos adquiridos terão muito valor na preparação de futuros trabalhos e composições”.



Os Chimangos






Em 23 de outubro de 1977, oito jovens estudantes fundam, em Caçapava do Sul, o Grupo de Arte Nativa "Os Chimangos".
Na época, já revelavam a preocupação em resgatar a verdadeira arte folclórica latino-americana através da dança, integrada à literatura e aos elementos culturais dos povos da América do Sul.
Surge, então, o nome do grupo, numa clara evocação à obra-mestra e livro-poema de Amaro Juvenal - "Antônio Chimango".
Como a própria história, ciência e arte em movimento, "Os Chimangos" são inquietos. E buscam, no "gavião campeiro da planície americana, ave nativa que irmana" e lhes dá o nome, vôos maiores de união e paz.
A trajetória do grupo nesses 30 anos é rica em espetáculos no Rio Grande do Sul, no Brasil e no exterior. Fiéis às raízes gauchescas e latino-americanas, "Os Chimangos" destacam-se pela qualidade e beleza de seus shows, cuja montagem é precedida de um árduo trabalho de pesquisa. As coreografias das danças, os cenários e figurinos envolvem os seus integrantes e familiares com muita seriedade e dedicação. E sob as luzes dos palcos, eles brilham fortalecidos, revelando maestria e perfeição.








contato:César Oliveira


Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva 
Fone: 51. 9822.9151
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www.twitter.com/cesar_rogerio

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CHANGO NIETO

CORAZÓN SALTEÑO



Nació en la Provincia de Salta, tierra de músicos y poetas el 8 de Abril de 1943. En el año 1960 llego a La Plata a completar sus estudios. Por esos años la música folklórica argentina estaba en su gran apogeo; y en una de las peñas tradicionales de esta ciudad se encontró con Hernán Figueroa Reyes, quien después de escucharlo le propone grabar su primer disco.
Desde 1965, donde fue Revelación del Festival Mayor del Folklore en Cosquin, grabo mas de 600 canciones, y recibió innumerables premios.
Además su canto trascendió las fronteras de nuestro país, ya que en numerosas ocasiones visito otros países de América, Europa, Estados Unidos y Canada.



PRÊMIOS
2 Discos de Oro

Disco de Plata

Camin de Oro a la Trayectoria.

1965: Premio Revelación otorgado en el 5º Festival de Cosquín.

1980: Tercer Premio otorgado en el Festival OTI de la Canción.

1980: Premio Prensario.

1985: Fundación Konex: Diploma al mérito, cantante masculino de folclore

1995: Fundación Konex: Diploma al mérito, cantante masculino de folclore

2000: Premio Estrella de Mar: Peña "La Vizcachera" en Mar del Plata

2001: Premio Estrella de Mar: Peña "La Vizcachera" en Mar del Plata

2006: XLVI Festival Nacional del Folklore: La Comisión Municipal del Folklore le entregó un reconocimiento a su vasta trayectoria

2007: Premios Estrella de Mar: "Canciones en familia". Nominado como mejor Espectáculo musical individual
 

  
Fallece el 31 de enero de 2008 a la edad de 64 años, luego de meses de luchar contra la grave enfermedad que lo aquejaba. Durante su responso, se produce el fallecimiento de una de sus hermanas.
 

sábado, 4 de dezembro de 2010

JOSÉ LARRALDE

DON JOSÉ LARRALDE...


José Larralde nació un 22 de octubre de 1937 en Huanguelén, Provincia de Buenos Aires - Argentina

Escribió sus primeros versos a los siete años de edad, iniciando así un camino vasto y fecundo que lo llevaría inexorablemente al corazón de los Argentinos. Descendiente de vascos y árabes, don José ha sido trabajador rural, tractorista, albañil, mecánico, soldador y, como él mismo se define, guitarrero y cantor.

Vivió frente a la casa de don José Dip y allí escuchaba continuamente a Jorge Cafrune.


Un día le pidió a don José Dip que le presentara a Jorge Cafrune. Durante una noche de 1966, en un asado en casa de don Eduardo Saad , tío de Larralde, don José Dip le dice que allí le presentará a Jorge Cafrune.

Allí, José le pasa a Jorge los temas que había compuesto, el último de los cuales, era "Sin pique". Luego de escuchar la interpretación de Larralde de "Sin Pique", Cafrune quedo prendado del tema y le pide a don José Dip que al día siguiente llamara a Hernán Figueroa Reyes, director de grabaciones de CBS, porque quería grabarlo en esa semana. Hernán le dice a don José Dip que ello es imposible porque estaba listo para salir el LP "Yo digo lo que siento". Pese a todo, Jorge se empecina y lo graba enseguida. Conjuntamente con "Permiso", "Sin Pique" apareció en el siguiente LP de Jorge, titulado "Jorge Cafrune" (CBS 8745), en 1967.



Veinte días después, Cafrune regresa a Huanguelén pues tenía que actuar en una localidad cercana, muy pequeña, llamada Girodías. Jorge hizo invitar a "Pepe" Larralde para que le acompañe.


En aquella oportunidad, Cafrune interpretó 3 temas, presentó a Larralde y ya no cantó más. Toda la noche quien cantó' fue Larralde. Desde entonces, en todas sus actuaciones, Cafrune siempre mencionaba "a un chango de Huanguelén", promocionando a Larralde.


En el año 1967, José Larralde grabó el primero, de una serie de treinta y un discos editados en la Argentina. Su intensa actividad discográfica sufrió interrupciones sobre todo por el contenido crítico de la mayoría de sus canciones. En todas ellas, están presentes las vivencias de oficios, situaciones y personajes que conoció y vivió a lo largo de su vida. Personalmente, además, ejercicio las más diversas ocupaciones en el medio rural. A sus versos, tal vez por desconocimiento del medio geográfico y social en que nació y creció, suele endilgárseles cierto hermetismo y rebuscamiento.




No obstante ello, si se analiza globalmente toda su producción, es fácil entender el porqué de la adhesión y fidelidad del público. Este quizás, valorice el desprecio del intérprete hacia la maquinaria comercial que, las mayoría de las veces, ha sido principal causante del bastardeo y desvirtuación del género.

En efecto, Larralde, desde hace años, desarrolla su labor artística lejos de los circuitos comerciales masivos de festivales y casi sin apoyo promocional y publicitarios de las grandes empresas de comunicación. Ello no le impidió, no le impide, ni le impedirá seguir concitando la atención y el apoyo de nutridos núcleos de seguidores en cada uno de sus recitales.



 

Su canto trascendió nuestras fronteras para llegar a países como Alemania, Australia, México, Brasil, Colombia, Venezuela, Uruguay, Paraguay, Chile y España entre otros. Como dato elocuente de su popularidad, baste decir que las ventas de sus discos han superado largamente los doce millones de unidades y que su obra más popular "HERENCIA PA´ UN HIJO GAUCHO", lleva vendidas, ya, más de cinco millones de placas.






Fue uno de los pioneros en difundir los loncomeos y cordilleranos de origen y ambientación patagónica recopilados y/o compuestos por los hermanos Berbel. Ocasionalmente abordó canciones del Litoral y Cuyo, o rescató viejos valses criollos como "Temblando" (Alberto Acuña - Gualberto Márquez "Charrúa"); "Cardo" (Pedro Noda - Enrique Uzal).

Recientemente lo han reivindicado, como modelo, algunos músicos del rock pesado local, en particular Ricardo Iorio, ex líder del grupo Hermética.

En 1995 se le otorgó el premio Konex al mejor cantante masculino de música de raíz folklórica, y en 1995 y 1996 obtuvo sendos premios ACE (Asociación de Cronistas del Espectáculo).


Como compositor, tiene en su haber mas de seiscientas obras, trescientas de las cuales no han sido editadas hasta el momento.


Cantor orillero, tal como él gusta que le llamen, exhibe hoy una trayectoria tan notable como digna, pues se ha alejado voluntariamente del consumismo perverso tan característico de nuestra sociedad. Sin embargo, y a pesar de ello, su gente no lo olvida. Así lo demuestran la concurrencia a cada una de sus presentaciones y las sostenidas ventas de sus discos. Su éxito artístico esta bien sustentado en la auténtica y sincera expresión campera tanto como por el permanente testimonio que ha dado, a lo largo de toda su obra, de sus convicciones.




 

En 30 años, José Larralde, ha forjado una mística acaso única en el folklore argentino. Su clara y potente voz y su estampa de patriarca contrastan respecto de su obra, que siempre recurre sólo a lo imprescindible para mostrar las cosas más comunes de la vida cotidiana.

Larralde dice sus verdades (dice verdades), y las dice con una convicción tal que las mismas trocan en universales. Canciones como "A las once menos cuarto", "Patagonia", "Y otras cosas fuleras" o sus monólogos, que regala entre tema y tema, muestran un Larralde sagaz, agudo y atento observador de la realidad del hábitat circundante. Pero Larralde no se queda allí, también es testimonial (muy testimonial), cuando arremete denunciando las desigualdades entre pobres y ricos, entre peones y patrones o entre los "todopoderosos" señores instruidos de la ciudad y los, aún hoy, desprotegidos trabajadores rurales.

Capaz de cantarle una bella despedida al cigarrillo (o al mate) como narrar poéticamente la envidia del pájaro preso ante la algarabía de los gorriones libres, Larralde observa, escribe y canta aquellas cosas que, en la premura por "vivir" lo nuestro, pasamos por alto.


Allí, en sus canciones y en su poesía de neta y auténtica raigambre campera, está el secreto de este autor de obras que recorren el país de punta a punta dejando, en cada pueblo, un poco del hombre que les dio vida.


José Larralde es, hoy en día, el único compositor del folklore nacional capaz de mostrar bellamente la esencia del hombre de nuestras llanuras.



FONTE E AGRADECIMENTO:

http://www.donjoselarralde.com.ar/jl/


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010


AMOR DE TROPEIRO




Me criei entre campos e coxilhas,
Gaúcho de tradição, Tropeiro na profissão
Guiando tropas estrada afora,
dia e noite , noite e dia
Fiz minha vida nos arreios
no cavalo de lei, nas tres marias.

Noite fria o mate esquenta,
a charla no galpão
o frio espanta
A noite vai,
renasçe a vida
vai comigo a saudade, já é dia...
Eu e Deus no meu zaino,
é hora de tratar da lida.

Se engana quem me vê não me conheçe
Debaixo do barbicacho
levo um querer preso no lenço
Segredo que levo comigo
na açoiteira que fere e sangra minha alma
Na lida domei e cumpri minha sina
Só não domei o amor
que me fez presa fácil,
nos braços de uma china.

  Andrea Rodrigues
*foto: Eduardo Rocha

II AMOSTRA DE FACA ARTESANAL GAÚCHA

Porto Alegre recebe 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha





Porto Alegre recebe 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha

Amantes e admiradores da arte de forjar facas têm encontro marcado nos próximos dias 4 e 5 de dezembro, no restaurante Vitrine Gaúcha, do DC Navegantes, em Porto Alegre (RS). O local abrigará a 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha, evento aberto ao público e com entrada gratuita.
Além de exposição e comércio de facas, haverá, ao final de cada dia, demonstração de cutelaria em uma minioficina. O espaço contará com uma forja moderna, a gás, e outra antiga, a carvão, além de bigorna, martelo e outros equipamentos necessários para a manufatura de facas artesanais. Também haverá dinâmicas de cortes e afiação (interessados podem contratar serviços de afiação no local). A Associação Gaúcha de Cutelaria, organizadora da mostra, prevê a participação de pelo menos 35 expositores e espera um público diverso. “São convidados cuteleiros e colecionadores de todo o Brasil e até do Exterior. Mas o público é bem heterogêneo, esperamos desde o gaúcho de CTG, até chefs de cozinha e donas-de-casa”, afirma o presidente da Associação, Cássio Selaimen.
Quem for ao DC Navegantes vai conferir desde as facas mais simples, vendidas ao redor de R$ 30, até exemplares raros, para colecionadores. Entre as mais elaboradas, que chegam a custar até R$ 5 mil, haverá facas e bainhas adornadas com prata e ouro e as feitas com aço damasco. “As facas mais sofisticadas são feitas de aço damasco, resgatando uma técnica medieval que por um tempo ficou esquecida e hoje é dominada por poucos no Brasil”, explica Selaimen. Esse material é resultado do caldeamento de dois ou mais aços e resulta em uma lâmina extremamente resistente, flexível e com um desenho peculiar que lhe confere beleza única.
O patrono da 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha é Antônio Augusto Fagundes. Entre as atrações, haverá ainda shows musicais, de artistas como Elton Saldanha e Telmo de Lima Freitas, entre outros.

O que: 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha
Quando: 4 e 5 de dezembro, (sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 9h às 16h)
Onde: Restaurante Vitrine Gaúcha, no DC Navegantes (Rua Frederico Mentz, 1561, bairro Navegantes, Porto Alegre)
Quanto: entrada gratuita

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

DOMINGO CAMPEIRO

O PROGRAMA DOMINGO CAMPEIRO ESTRÉIA EM OUTUBRO.




CANAL 20 - NET- SANTA MARIA


*Trechos do programa.


Rio Grande (Letra: André Sesti Diefenbach)

( ABERTURA DO PROGRAMA DOMINGO CAMPEIRO)
Rio Grande do Sul
Um misto de terra e gente,
Unidos como um só,
Um rio de águas correntes...

Berço simples do gaúcho,
Que traz a pampa nas veias,
Defendendo os ideais
E sem fugir das peleias...

Eu sou gaúcho e me orgulho
E me basta ser assim
Prá carregar o Rio Grande
Guardado dentro de mim! (refrão)


A pampa meridional,
Tem por governo o respeito,
Que todo o cuéra bagual
Carrega dentro do peito...


Pátria de índios gaúchos,
Dos guerreiros da igualdade,
Ideais que não se dobram,
Lanceiros da liberdade...

Eu sou gaúcho e me orgulho
E me basta ser assim
Prá carregar o Rio Grande
Guardado dentro de mim!



Contatos com o programa Domingo Campeiro:
E-Mail: domingo.campeiro@bol.com

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FARRAPOS

Farrapos




Na guerra pela liberdade, lutaram conterrâneos,
Irmãos em lados opostos, soldados apostos,
Lanças, espadas, canhões, os índios em seus redomões...
Uns querendo o divórcio, a formação de um novo Estado,
Outros mantendo o consórcio, com o império ao seu lado.
Farrapos libertadores, Picapaus mantenedores,
E assim foi por muito tempo, o Rio Grande e seu horizonte sangrento...
Muitos encararam a sorte, valentes, guerreiros,
Neste jogo de vida e morte, disputado por lanceiros,
Alguns se tornaram heróis e até hoje vivem na história,
Vários tombaram no campo, sendo apenas esta sua glória.
No final, apesar da derrota, a vitória foi Farroupilha
Pois mostrou ao mundo inteiro que gaúcho é xucro e não se encilha!

ANDRÉ DIEFENBACH




Acesse: www.blogopoeta.blogspot.com

sábado, 4 de setembro de 2010

COISAS DO MEU RIO GRANDE

COISAS DO MEU RIO GRANDE



Ele tem o cheiro da terra molhada,
e nos olhos a calmaria da invernada;
noite que despenca em sonho,
manhã que se cumpre em promessas,
a esperança viva,
na dança e na alegria.

No seu dorso a lua faz seu achego,
no jeito campeiro o sol se faz morada
no flete que dispara em seus campos
as estrelas descançam tranquilas,
clareando a sua estrada.

Faz de mim a tua voz e o teu grito,o pranto e o sorriso de quem nunca se entregou;
ele é minha terra, meu destino e meu abrigo;
ele é meu caminho, ele é o que sou.

Não te enganes, não...
se tu não sabes de quem falo nesta canção,
estes versos, simples versos, são pra dizer...meu Rio Grande sou tão teu, que meu eu és tu.

Não te enganes, não...tu não sabes do que essa gente é capaz,
nos teus campos toda a dor se refaz;
em teu berço, a tua História não dorme jamais.
Faz de mim tua bandeira, que voa livre ao vento; nestas fronteiras, em meu cavalo, galopa a tua virtude, presa no arreio;

Sou o teu povo, aguerrido, sou, do teu ventre, o teu filho.
Não te enganes, não...
tu não entendes o que sinto em meu peito;
o teu dele carrego junto, em meu lenço;
nasci de suas entranhas, e não conheço a derrota:tenho orgulho de ser o que sou:sou gaúcho, de laço e de espora.

E se tu queres saber destas coisas,que te canto agora,me dá a mão, vem pra cá, não demora;no meu Rio Grande, o amor é a nossa História!


Texto: Andrea Rodrigues &
Jorge Webber( El Chango Duarte)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ABEL VILLA REAL Y SU CONJUNTO

CHAMAMÉ




Hola queridos paisanos!!!
Bienvenidos a mi humilde fogón chamamecero, para compartir entre unos mates la vida por la música del litoral ,es un gusto para mi compartir este rincón para unirnos en una misma bandera la de un ritmo que marcó
un sello en mi ser,y que en mis venas además de sangre corre el chamame que en la vida me ha premiado....
El Chamame:me ha traído muchisimas satisfaciones,alegrías,emosiones y que en el fondo del corazón y el alma cada vez se que lo escucho me hace erizar la piel...
Soy nacido en Venado Tuerto en la provincia de Santa Fé , un 12 de junio de 1984 , radicado actualmente en la localidad de Alvarez , pueblo a escasos km de la cuidad de Rosario.
Desde muy chico sentí pasión por la musica ya que a los 12 años comencé guitarra y canto, poco tiempo despues,un sonido que despierta mis oidos y que se queda conmigo es el del acordeón...cuando mi primer maestro Benito Villarreal (mi abuelo también Entrerriano), venía de paseos a casa (Alvarez), traìa su acordeón verdulera y me ponía muy felíz...comenzando con un popular vals...la vestido celeste ....
bue ....
Luego sí, a chamamecear se ha dicho!!!
Cuando mi padre y yo fundamos nuestro primer conjunto en el año 1999


"HUCOÁMA PORÁ"....ya entonces recorriendo las primeras emisoras del gran Rosario y comenzando musicalmente en el popular bailable
"RANCHO DE RAMON MERLO"...el nombre de nuestro conjunto solo eran los nombre propiamente dichos de los integrantes.......
Hugo...
Coco ..
Abel ..
Manuel y porá,solo porque nos parecía muy lindo hacer el grupo con las mismas inquietudes que eran tocar chamamé!!!
Poco después cambiamos el nombre por ABEL VILLARREAL Y SU CONJUNTO.....
Quiero agradecer principalmente a mis padres Hugo y Ester dos Entrerrianos Puros, por acompañarme siemrpe , a mis hermanos Walter y Roman del grupo, a Carlos a mi familia,que nos apoya en la musica, a nuestro recordado padrino artístico Ramon Merlo, a toda la gran familia chamamecero del mundo , y vane mi querida amiga de Zarate (Bs As) y su sentir Chamamecero , a mi Gauchito Gil y virgen que me acomañan.......y a Dios Eternamente!!
El 16 de Julio del 2009 dia de nuestra virgen de Itati cumpliremos 10 años con el conjunto .......espero encontrarlos en alguna chamameceada....les dejo un abrazo para todo el litoral Agentino!!!
Arriba " El Chamame"
De ahora y por siempre su amigo Abel

Nuestra Biografia

Abel Villarreal y su conjunto
Acordeonista proveniente de Álvarez (Santa Fe).
Repertorio chamamecero.






Premios obtenidos

Diploma de Honor por el éxito obtenido en el Rancho de Ramón Merlo – Rosario 1999·
Finalista del 1er. Certamen Tarragocero del Acordeón – Rosario 2000.
Revelación en el Festival Nacional del Chamamé – Federal (Entre Ríos – 2001).
Revelación "Federal" 2001 en el festival nacional del Chamamé (Federal – Entre Ríos).
Interpreta un tema en una clase dictada junto a RAÚL BARBOZA FEDERAL 2001·
Premio Revelación en la Peña "Rincón Norteño" en el rubro Conjunto Chamamecero. Cosquín 2002.·
Ganador en el rubro Conjunto Instrumental en el Pre Cosquín 2003 – Sub sede Casilda.
Ganador en el rubro Conjunto Instrumental en el Pre Cosquín Álvarez 2003.
Ganador Festival Nacional Folclórico de Peyrano, rubro Conjunto Instrumental – 2004 . Junto antonio tarrago ros y los tarragoseros cosquin 2004
Finalista Pre Cosquín 2005– Cosquín 2005
Finalista del Pre Cosquín 2006, Sede Villa Constitución, en el rubro Conjunto Instrumental.
Primer premio en la Final Nacional del certamen Baradero 2006, rubro Conjunto Instrumental.
Ganador Pre Cosquín 2006 – Sede Villa Constitución, en el rubro Conjunto Instrumental.
Ganador Pre Diamante2006 – Santa Fe.
Ganador Festival Nacional de jineteada y folklore Diamante 2007.
participan en numerosos programas de la señal de
Argentinisima satalital.

Canal solo tango.
El canal de la musica.
Canal 7 folkKlorísimo.

Contactos:
(03402) 462246
(03402) 15445619

E-mail: abelitovillarreal@hotmail.com


http://abelvillarrealysuconjunto.blogspot.com/

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

ALFREDO ZITARROSA

ALFREDO ZITARROSA




Alfredo Zitarrosa, nació en Montevideo, Uruguay, el 10 de marzo de 1936.
Su vida en una zona rural del país hasta su adolescencia, influye notoriamente en lo que será su repertorio, esencialmente de raíz campesina.

Se inicia como cantor profesional en el Perú, en 1963, cuando a instancias de un amigo suyo se presenta en un programa televisivo de la ciudad de Lima. Durante su viaje de regreso al Uruguay, canta en un programa radial de la ciudad de La Paz, Bolivia.

Hasta entonces se había desempeñado como periodista y locutor radial, trabajando en varias emisoras de Montevideo.

Más tarde sería un brillante cronista del célebre semanario “Marcha”, dirigido por Don Carlos Quijano.

La difusión radial sorpresiva de algunas canciones que había grabado a instancias de sus amigos, compañeros de labor, caló hondo en el público oyente, identificado profundamente con su canto, que parece encontrar en Zitarrosa una voz honesta y una forma de cantar “a lo uruguayo”, que da comienzo a una relación que no quebrará ni la propia muerte.

Su debut como cantor profesional en Montevideo, tuvo lugar en el auditorio del SODRE (Servicio Oficial de Difusión Radioeléctrica) en 1964.

Su primer disco publicado, “Canta Zitarrosa”, abrió el camino de la difusión de la música nacional de este género en su tierra, compitiendo en ventas con el fenómeno popular de la época: los “Beatles”. Fue un militante defensor de los derechos de los artistas nacionales y de la producción de estos, como las de Viglietti, Los Olimareños, Capella, Palacios, entre otros, representativos como él del sentir nacional.

Desde 1965 hasta 1988 grabó aproximadamente cuarenta discos larga duración, en diferentes países, fundamentalmente en Uruguay y Argentina.
Recibió en vida innumerables distinciones y premios, aparte de la permantente marca en ventas discográficas, entre las que se destaca la Condecoración con la Orden ‘Francisco de Miranda' por parte del presidente de Venezuela en 1978.

Debido a su militancia política su canción es prohibida en Uruguay a partir de las elecciones de 1971 (prohibición que se consolida con el establecimiento de la dictadura cívico-militar el 27 de junio de 1973). Con el recrudecimiento de la persecución, habiendo sido convencido de que su canto sólo sería útil a la causa del pueblo desde fuera, debe salir al exilio en 1976, primero rumbo a Argentina, hasta el comienzo de la dictadura militar en aquel país, hasta que debe partir (por la misma causa que del Uruguay) para radicar en España donde estuvo residiendo hasta abril de 1979. Desde ese momento vivió en México, donde aparte de cantar, desarrolló actividades periodísticas en el diario “Excelsior” y en “Radio Educación” con su programa “Casi en privado”. Durante este período, a pesar de ser reconocido por él mismo como el menos creativo debido al dolor por el desarraigo, graba y edita varios discos en España, México y Venezuela. Asimismo participa activamente de diversos festivales internacionales, como abanderado de la lucha a favor de la libertad del pueblo uruguayo y de otras naciones oprimidas por gobiernos de corte fascista, y como referente ineludible del canto popular uruguayo y latinoamericano.




Levantada la prohibición de su canto en Argentina en 1983, es contratado para realizar un recital en ese país, oportunidad que es aprovechada por Zitarrosa para acercarse a su tierra, pasando a residir en Buenos Aires, hasta el momento que fuera posible su regreso al Uruguay. Allí realiza –entre otras- una memorable actuación en el estadio de Obras Sanitarias, donde al presentarse ante el público que colmaba el estadio, solicita su permiso: “Ojalá a partir de este momento ustedes me autoricen a seguir cantando a nombre de mi tierra”.

El 31 de marzo de 1984, es recibido por una multitud que lo aclama y lo acompaña, desde el aeropuerto, por todo Montevideo, en una circunstancia que es defida por él mismo como “la experiencia más importante de su vida”, lleno de una emoción profunda de alegría por el rencuentro con su tierra, con los amigos, sus “hermanos”, y la profunda alegría por el regreso a su amado país.

Una vez en su tierra realiza conciertos por todo el país y edita nuevos trabajos discográficos, entre los que presenta la serie “Melodía Larga”, milongas instrumentales para conjunto de guitarras, guitarrón y otros instrumentos de uso típico en el Jazz.

En 1988 edita por primera vez su obra literaria como tal en el libro de cuentos “Por si el recuerdo”, que recopila historias escritas durante sus últimos treinta años.

Su temprano y sorpresivo fallecimiento, en Montevideo, el 17 de enero de 1989, repercutió tan hondamente en el pueblo, en toda la comunidad hispano y latinoamericana, y en otros tantos países, al extremo tal que “el mundo entero fue una limpia e inmensa lágrima”.

Como poeta, integra en sus canciones el sector de mundo que le tocó vivir. Encontró, deshaciéndose, las esquivas palabras que simulan pasiones, historias, fábulas y esperanzas. Encontró, las palabras convenientes, las más precisas para sus descripciones: “Mariposa marrón de madera”; “Puedo enseñarte a volar / pero no seguirte el vuelo”; “Tú no pediste la guerra / Madre tierra, yo lo sé”.

Como músico, componiendo a favor de la guitarra y por milonga, creó un estilo de arreglos “a lo Zitarrosa”, con el sello de su creatividad musical, impuso este género como un estilo popular vivo. Fue impulsor del concepto de la fusión musical en el uruguay, llegando en su último trabajo discográfico a asimilar desde la milonga al rock, continuando la búsqueda de lo que él mismo definó, en 1969, como un “auténtico jazz del sur”, en base a la milonga.

Hombre de prodigiosa erudición, fue un narrador brillante, quien logró además a través de sus “Fábulas Materialistas” (recopiladas y publicadas en libro, por su familia, en el 2001), una sabrosa mezcla surrealista de ciencia, mito y humor.

Pero en Zitarrosa coexistían, además, los insólitos Diamólogos, el entrevistador agudo en “Marcha”, el locutor que creó toda una escuela del decir radial. No debe olvidarse un lejano trabajo crítico de Alfredo sobre “el cantor alienante y el público alienado”. Allí, este hombre de seductora voz, de presencia imponente en el escenario, alertaba al lector sobre posibles alienaciones ante la “figura” de un artista, ante la aureola de un astro que prácticamente invalidaban toda audición crítica; toda audición que realmente atendiera lo que el artista estaba “dando” sobre el escenario. Abreviemos: nos enseñaba que siempre debemos oír críticamente al artista.

Su familia, con el apoyo de amigos y personalidades de la cultura, entre otros, en honor a su ejemplo artístico y ético, en la fecha de su nacimiento, el 10 de marzo del 2004, declara la creación de la Fundación que lleva su nombre, para preservar su legado y trabajar, a favor de la cultura, de los valores humanistas e ideales sociales, como lo hizo Zitarrosa, del mismo modo que él los defendió y cantó.

En opinión del poeta Washington Benavides, Zitarrosa es “un hombre renacentista, atento a todo aquello que significa cambiar la vida”. El poeta Saúl Ibargoyen lo define como “un hombre y un artista con la magia de crear Luz de donde sólo hay tinieblas”.



MI TIERRA EN INVIERNO - Alfredo Zitarrosa




Pobre mi tierra querida
tan rigoreada en invierno
cuando el sol se pone enfermo
y parece que la olvida.
Siembra el paisano la vida
plantando trigos tempranos
y aunque el caballo esté sano
lo cuida de la garganta
que aunque el caballo no canta
lo ha de tener siempre a mano.

Pobre mi tierra querida
parece que en estos años
el invierno hace más daño
que en épocas preteridas;
será exceso de fatigas
serán vientos de frontera
dicen que la Cordillera
deja pasar malos vientos
que un maremoto de intento
le ha bajado la cimera.

Buena mi tierra querida
le hace lugar a cualquiera
del vacuno a la crucera
del trigo limpio a la ortiga
y no hace falta que diga
que, cuando hay inundación
el alacrán, el ratón
–bichos que no lo merecen–
hallan que ella le ofrece
hasta el último albardón.

Sabe mi tierra querida
que no precisa hacer cuentas:
cuando se arma la tormenta
ya la tiene presentida.
Secará al sol las heridas
que hayan podido dolerle
porque llegado setiembre
será tiempo de castrar
de marcar y descolar
se trilla el trigo en diciembre.

Pobre mi tierra querida
tan rigoreada en agosto
pero igual dará calostro
la vaca recién parida
hay que vigilar la hormiga
que hace pirva en campo llano
porque el invierno al secano
lo ha vuelto tierra jugosa
y porque todas las cosas
cambiarán con el verano.



Agradecimentos: Rodrigo jacques, pela contribuição e apoio.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

RODRIGO JACQUES





Rodrigo Jacques,"Carioca" por acidente....mais gaúcho que muito gaúcho, este músico diz há que veio.
Com base em Pelotas/RS, Rodrigo Jacques surpreende em sua interpretação e sobretudo na originalidade de suas canções.
Criado entre os pampas e as Estâncias fez do amor à vida campeira versos e canções que vão além das Fronteiras do Rio Grande. Nas canções que interpreta em Espanhol, este "gaúcho" nos leva há compreenção de que ser gaúcho é muito mais que ser nascido nos berços daquela pátria de sangue e Glória.. Ser gaúcho é sobretudo amar e compreender a terra, berço de uma história que o tempo não há de apagar.







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rodrigojacques64@gmail.com