quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
NOEL GUARANY
NOEL GUARANY
Noel Guarany era descendente de italianos e índios guaranis, e nasceu em 26 de dezembro de 1941, na Bossoroca, então um distrito de São Luiz Gonzaga, Rio Grande do Sul.
Na adolescência, aprendeu, de maneira autodidata, o idioma guarani, bem como a compor, tocar e cantar.
Na década de 1960 percorreu diversos países latino-americanos, onde colheu diversos ensinamentos que utilizou como subsídio para criação de suas músicas durante toda a sua futura carreira.
No final da década, apresentou alguns programas radiofônicos nas rádios de Cerro Largo e São Luiz Gonzaga, bem como nas rádios Gaúcha e Guaíba de Porto Alegre, RS.
Em 1970, lançou, em conjunto com Cenair Maicá, com o qual vinha se apresentando pelo Rio Grande do Sul e em festivais na Argentina, um compacto simples, com as músicas Filosofia de Gaudério e Romance do Pala Velho.
No ano seguinte, grava o seu primeiro LP, Legendas Missioneiras, pela gravadora RGE, que traz, entre outras, parcerias com Jayme Caetano Braun, Glênio Fagundes e Aureliano de Figueiredo Pinto. Neste disco, além das músicas constantes do compacto anterior, estão presentes outras pérolas de seu repertório, como Fandango na Fronteira, Gaudério e Eu e o Rio.
Em 1973 sai Destino Missioneiro, pela gravadora Phonogram/Sinter, no qual repete algumas das parcerias do disco anterior, bem como traz composições próprias e de Barbosa Lessa e uma parceria com Aparício Silva Rillo. Neste disco, estão presentes grandes músicas como Destino Missioneiro e Destino de Peão. Nesta época, ainda em tempos da ditadura militar, passa a ser perseguido em alguns shows devido a suas convicções democráticas e libertárias, conforme registra ao vivo nesse álbum.

Seu terceiro LP é Sem Fronteiras, lançado em 1975 pela EMI/Odeon, que está repleto de músicas que acabaram se tornando clássicos do cancioneiro gaúcho, como Romance do Pala Velho, Potro Sem Dono (de Paulo Portela Fagundes), Filosofia de Gaudério,Balseiros do Rio Uruguai (de Barbosa Lessa), Décima do Potro Baio e Chamarrita sem Fronteira (as duas últimas, temas missioneiros recolhidos e adaptados por Noel Guarany), entre outras.
No ano de 1976, Noel Guarany grava em parceria com Jayme Caetano Braun, de maneira independente, o LP Payador, Pampa, Guitarra. Gravado parte na Argentina e parte em São Paulo, o disco conta com a participação de grandes músicos argentinos.
Em 1977 a RGE relança o disco Legendas Missioneiras, de 1971, com o título de Canto da Fronteira.
Em 1978 sai o LP Noel Guarany Canta Aureliano de Figueiredo Pinto, pela RGE, que resgata a obra e a memória de um dos grandes poetas do regionalismo gaúcho.
No ano seguinte, sai o disco De Pulperias, ainda pela gravadora RGE. Constam deste disco as músicas En el rancho y la cambicha,Rio de Los Pajaros e Milonga del peón de campo, de Mario Millan Medina, Anibal Sampayo e Atahualpa Yupanqui, respectivamente.
Em 1980 sai Alma, Garra e Melodia, em que se destacam as músicas Maneco Queixo de Ferro e Índia cruda. Neste mesmo ano ocorre o show no Cinema Glória, na cidade de Santa Maria, que mais tarde, em 2003, viria a se tornar o disco Destino Missioneiro - Show Inédito.
No ano de 1982, é lançado o LP Para o Que Olha Sem Ver, pela RGE, título que remete à música Para el que mira sin ver de autoria do cantor e poeta argentino Atahualpa Yupanqui (presente também na composição Los ejes de mi carreta). Além das citadas, estão presentes as músicas Boi Preto, Na Baixada do Manduca e Adeus Morena, músicas de inspiração folclórica. De se destacar, também, quatro composições de João Sampaio.
Neste ponto, Noel Guarany, já com os primeiros sintomas da doença, começou a afastar-se dos palcos, e acabou redigindo uma carta aberta à imprensa, na qual reclama do tratamento recebido pela gravadora.
Em 1985 retira-se definitivamente dos palcos, em cumprimento ao prometido na carta de 1983.
No ano de 1988, em conjunto com Jorge Guedes e João Máximo, lança o disco A Volta do Missioneiro.
Nos próximos 10 anos, o grande gaúcho, cada vez mais debilitado por uma doença degenerativa no cérebro, permaneceu recolhido em seu sítio na localidade de Vila Santos, no município de Santa Maria.
Morreu no dia 6 de outubro de 1998, na Casa de Saúde de Santa Maria, tendo sido enterrado em Bossoroca, sua terra natal.
CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO
CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO


Novembro
04 - Show - Horário: 23h - Local: CTG Prenda Minha - Bagé/RS
05 - Show - Horário: 23h - Local: Clube Verde - Ponta Grossa/PR
06 - Show - Horário: 17h - Local: Parque de Rodeios - Arroio do Meio/RS
06 - Show - Horário: 21h30 - Local: Festival Nossa Música - Novo Hamburgo/RS
07 - Participação no evento beneficente "Seja especial, viva o Cerepal" - Horário: 20h - Local: Teatro do SESI - Porto Alegre/RS
11 - Show - Horário: 22h - Local: 5º Relincho da Canção Nativa - Pantano Grande/RS
12 - Show - Horário: 23h - Local: 7ª Festa do Chimarrão - Catanduvas/SC
14 - Show - Horário: 22h - Local: EFACIP - Pinhalzinho/SC
18 - Show - Horário: 21h - Local: Festival Rio Grande Canta o Cooperativismo - São José do Ouro/RS
19 - Show - Horário: 23h - Local: Bailanta Gaúcho e Prenda (Clube Diamantinos) - Pelotas/RS
22 - Participação no Show do Sul/Programa Querência - Horário: 20h40 - Local: Clube Pinheiros - Pato Branco/PR
25 - Show - Horário: 23h - Local: CTG Alfredo D'Amore - Carazinho/RS
Contatos:
Mariana Pires
051 9822.9151 - comercial@cesarerogerio.com.br
terça-feira, 20 de setembro de 2011
EDUARDO ROCHA
Exposição Cena de Campo é instalada no Itajaí Shopping
Mostra chama a atenção dos visitantes pelas fotos singulares e encantadoras

Um verdadeiro presente para os olhos: imagine uma exposição fotográfica em que você se sente transportado para um cenário todo especial, onde há espaço para cavalos, pássaros, pastos, casebres e suas chaminés… A natureza e o homem em meio à beleza rural. Algo muito singelo, como um sentimento de bem querer. É desta maneira encantadora que o fotógrafo Eduardo Rocha apresenta sua arte no Itajaí Shopping, em uma mostra que vai até o dia 30 de setembro.
O trabalho é referência no Sul do Brasil. Os cliques trazem pessoas comuns em seu ambiente natural, paisagens e belas imagens, captadas sob ângulos diferentes. É como se deixar conduzir por uma estrada de terra, que leva a caminhos antes não explorados por quem vive no núcleo urbano ou, para aqueles que conhecem bem o cotidiano no campo, a ideia é de retornar a um tempo bom, mais próximo da vida rural.
Além disso, poemas de Jairo Lambari Fernandes são expostos em painéis próximos às fotos. Imperdível para os amantes da fotografia e da arte.
“Quem sabe os meus olhos querem mais
Do que minh’alma pode conceber
Me basta um rancho beirando o rio
E o amor de um bem querer…”
(Jairo Lambari Fernandes)
O Quê: Exposição Cena de Campo
Quando: 13 a 30 de setembro
Onde: Itajaí Shopping
http://www.itajaishopping.com.br/
Mostra chama a atenção dos visitantes pelas fotos singulares e encantadoras

Um verdadeiro presente para os olhos: imagine uma exposição fotográfica em que você se sente transportado para um cenário todo especial, onde há espaço para cavalos, pássaros, pastos, casebres e suas chaminés… A natureza e o homem em meio à beleza rural. Algo muito singelo, como um sentimento de bem querer. É desta maneira encantadora que o fotógrafo Eduardo Rocha apresenta sua arte no Itajaí Shopping, em uma mostra que vai até o dia 30 de setembro.
O trabalho é referência no Sul do Brasil. Os cliques trazem pessoas comuns em seu ambiente natural, paisagens e belas imagens, captadas sob ângulos diferentes. É como se deixar conduzir por uma estrada de terra, que leva a caminhos antes não explorados por quem vive no núcleo urbano ou, para aqueles que conhecem bem o cotidiano no campo, a ideia é de retornar a um tempo bom, mais próximo da vida rural.
Além disso, poemas de Jairo Lambari Fernandes são expostos em painéis próximos às fotos. Imperdível para os amantes da fotografia e da arte.
“Quem sabe os meus olhos querem mais
Do que minh’alma pode conceber
Me basta um rancho beirando o rio
E o amor de um bem querer…”
(Jairo Lambari Fernandes)
O Quê: Exposição Cena de Campo
Quando: 13 a 30 de setembro
Onde: Itajaí Shopping
http://www.itajaishopping.com.br/
quarta-feira, 27 de julho de 2011
ARGENTINO LUNA

ARGENTINO LUNA, nació en los pagos gauchos de General Madariaga, provincia de Buenos Aires. En aquellos montes de tala, en aquellas lagunas, en esa vasta llanura de la pampa verde, seguramente templó la guitarra que lo llevaría a desandar los caminos de la patria y más allá de sus fronteras, Japón, Estados Unidos, Costa Rica, Panamá, Brasil, Uruguay. Hijo de padres campesinos, jamás olvidó la nacencia, es y será siempre un paisano tuyusero, hombre de los montes del Tuyú.
llego a la canción, a la copla para quedarse en la memoria de su gente, de su pueblo, su voz y su guitarra ya son parte del paisaje cultural de los argentinos. El largo camino recorrido de su cancionero nos pone frente a un hombre y su destino.
ARGENTINO LUNA, sabe porque canta y sabe a la manera de Violeta Parra que su propio canto es el canto de todos. Más de trescientas canciones grabadas, huellas, milongas, zambas, canciones, triunfos, cifras y poemas entre otros ritmos criollos han hecho nido en la guitarra de este poeta, andariego y soñador.

La radio, la televisión, el disco lo tienen como un consecuente visitante, desde el año 1968 que se inauguró en una sala de grabaciones no ha dejado de hacerlo hasta la actualidad, estos son los títulos de algunos de sus discos. Con guitarra prestada -- perdón , padre -- payador , patrón del canto – cartas de muchos – algo que quería decirte – eterno amante del alba—vida , pasión , casi muerte del gaucho – apenas si soy cantor – soy de un pago tristeza – linda yunta pal arao -- la raíz de mi canto -- un cantor en soledades – por el credo de Atahualpa – en tu homenaje mujer – cuando callas por amor – canto a la Patagonia – por si se te olvida – del algarrobo al ombú – ansia – argentino y bien parido -- razones – me preguntan como ando – el duende de las guitarras – tajo a tajo – la copla es canto del pueblo – el campo también es patria
Con su permiso don Carlos, estos son algunos de los discos grabados por argentino luna en su larga carrera discográfica.
Los Chalchaleros, Ramona Galarza, Alberto Marino, Jorge Cafrune, Hernán Figueroa Reyes, Los Peregrinos, Los Quilla Huasi, Soledad, Alfredo De Angelis, Los Cuatro de Córdoba han llevado al disco obras de este autor. Sería muy difícil enumerar la cantidad de obras de su autoría grabadas por él mismo, desde aquella primera “Zamba Para Decir Adiós”, “Pero el poncho no aparece”, “Mira lo que son las cosas”, “Mire que es lindo su país paisano”, “Todo el amor que te di”, “Me preguntan como ando”, “Que bien le ha ido”, entre otros temas salidos de la pluma de este poeta y cantor de la provincia de Buenos Aires.
Ha recibido los premios CHARRÚA DE ORO, CÓNDOR DE FUEGO, DISCO DE ORO, CARLOS GARDEL, KILMES, APACHETA (en nombre de los pueblos originarios), “SENTIDO DE LA VIDA 2009” (entregado por la escuela de psicoanálisis y logoterapia) junto a Nelson Mandela en Septiembre de 2010 entre otras distinciones; también lleva su nombre el escenario de la Fiesta Del Gaucho en su pueblo natal y ha sido nombrado ciudadano ilustre de General Madariaga.
“He sido y seré habitante de los silencios de mi pueblo, ellos guardan mi cancionero, he sembrado en buena tierra, el corazón de mi gente a hecho germinar la semilla de la copla, canto y seguiré cantando porque ese ha sido el destino que elegí o me eligió, solamente soy, un paisano cantor de los pagos de Madariaga, de allí partí un día para volver mejor, como dijo el poeta”. Nos dejó físicamente el Sábado 19 de Marzo de 2011, pero don ARGENTINO LUNA seguirá andando de pueblo en pueblo, en el corazón de su gente, cuando un cantor empuñe una guitarra y entone los versos de algunas de sus canciones. ¡Hasta siempre Don ARGENTINO LUNA!
Actualizado ( Martes, 22 de Marzo de 2011 12:19 )
http://www.argentinoluna.com/

ARGENTINO LUNA, nació en los pagos gauchos de General Madariaga, provincia de Buenos Aires. En aquellos montes de tala, en aquellas lagunas, en esa vasta llanura de la pampa verde, seguramente templó la guitarra que lo llevaría a desandar los caminos de la patria y más allá de sus fronteras, Japón, Estados Unidos, Costa Rica, Panamá, Brasil, Uruguay. Hijo de padres campesinos, jamás olvidó la nacencia, es y será siempre un paisano tuyusero, hombre de los montes del Tuyú.
llego a la canción, a la copla para quedarse en la memoria de su gente, de su pueblo, su voz y su guitarra ya son parte del paisaje cultural de los argentinos. El largo camino recorrido de su cancionero nos pone frente a un hombre y su destino.
ARGENTINO LUNA, sabe porque canta y sabe a la manera de Violeta Parra que su propio canto es el canto de todos. Más de trescientas canciones grabadas, huellas, milongas, zambas, canciones, triunfos, cifras y poemas entre otros ritmos criollos han hecho nido en la guitarra de este poeta, andariego y soñador.

La radio, la televisión, el disco lo tienen como un consecuente visitante, desde el año 1968 que se inauguró en una sala de grabaciones no ha dejado de hacerlo hasta la actualidad, estos son los títulos de algunos de sus discos. Con guitarra prestada -- perdón , padre -- payador , patrón del canto – cartas de muchos – algo que quería decirte – eterno amante del alba—vida , pasión , casi muerte del gaucho – apenas si soy cantor – soy de un pago tristeza – linda yunta pal arao -- la raíz de mi canto -- un cantor en soledades – por el credo de Atahualpa – en tu homenaje mujer – cuando callas por amor – canto a la Patagonia – por si se te olvida – del algarrobo al ombú – ansia – argentino y bien parido -- razones – me preguntan como ando – el duende de las guitarras – tajo a tajo – la copla es canto del pueblo – el campo también es patria
Con su permiso don Carlos, estos son algunos de los discos grabados por argentino luna en su larga carrera discográfica.
Los Chalchaleros, Ramona Galarza, Alberto Marino, Jorge Cafrune, Hernán Figueroa Reyes, Los Peregrinos, Los Quilla Huasi, Soledad, Alfredo De Angelis, Los Cuatro de Córdoba han llevado al disco obras de este autor. Sería muy difícil enumerar la cantidad de obras de su autoría grabadas por él mismo, desde aquella primera “Zamba Para Decir Adiós”, “Pero el poncho no aparece”, “Mira lo que son las cosas”, “Mire que es lindo su país paisano”, “Todo el amor que te di”, “Me preguntan como ando”, “Que bien le ha ido”, entre otros temas salidos de la pluma de este poeta y cantor de la provincia de Buenos Aires.
Ha recibido los premios CHARRÚA DE ORO, CÓNDOR DE FUEGO, DISCO DE ORO, CARLOS GARDEL, KILMES, APACHETA (en nombre de los pueblos originarios), “SENTIDO DE LA VIDA 2009” (entregado por la escuela de psicoanálisis y logoterapia) junto a Nelson Mandela en Septiembre de 2010 entre otras distinciones; también lleva su nombre el escenario de la Fiesta Del Gaucho en su pueblo natal y ha sido nombrado ciudadano ilustre de General Madariaga.
“He sido y seré habitante de los silencios de mi pueblo, ellos guardan mi cancionero, he sembrado en buena tierra, el corazón de mi gente a hecho germinar la semilla de la copla, canto y seguiré cantando porque ese ha sido el destino que elegí o me eligió, solamente soy, un paisano cantor de los pagos de Madariaga, de allí partí un día para volver mejor, como dijo el poeta”. Nos dejó físicamente el Sábado 19 de Marzo de 2011, pero don ARGENTINO LUNA seguirá andando de pueblo en pueblo, en el corazón de su gente, cuando un cantor empuñe una guitarra y entone los versos de algunas de sus canciones. ¡Hasta siempre Don ARGENTINO LUNA!
Actualizado ( Martes, 22 de Marzo de 2011 12:19 )
http://www.argentinoluna.com/
terça-feira, 26 de julho de 2011
PAIXÃO CÔRTES
O folclorista

Ex-aluno do Colégio União quando seu pai trabalhava na Estação Experimental de Uruguaiana,RS - Brasil, foi ele que carinhosamente deu o apelido para o Colégio União de Baio Velho, onde foi aluno de Cirilo e Diva Neves Zadra, também estudou no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, Paixão Côrtes é um personagem decisivo da cultura gaúcha e do movimento tradicionalista no Rio Grande do Sul, do qual foi um dos formuladores, juntamente com Luiz Carlos Barbosa Lessa e Glauco Saraiva. Juntos, partiram para a pesquisa de campo, viajando pelo interior, para recuperar traços da cultura do Rio Grande.
Em 1948, organizou e fundou o CTG 35 e, em 1953, fundou o pioneiro Conjunto Folclórico Tropeiros da Tradição.
Em 1956, Inezita Barroso gravou as músicas tradicionais gaúchas Chimarrita-balão, Balaio, Maçanico e Quero-Mana, Tirana do Lenço, Rilo, Xote Sete Voltas, Xote Inglês, Xote Carreirinha, Vaneira Marcada, recolhidas por Paixão Cortes e Barbosa Lessa.
Em 1958, Paixão Côrtes apresentou-se no Olympia de Paris, no palco da Universidade de Sorbonne, no Hotel de Ville, no Teatro Alhambra, além de clubes noturnos e cabarés.
Em 1962, Inezita Barroso gravou as composições Tatu e Pezinho, recolhidas por Paixão Côrtes e Barbosa Lessa. No mesmo ano, recebeu o prêmio de Melhor Realização Folclórica Nacional. Em 1964, apresentou-se na Alemanha, na Feira Mundial de Transportes e Comunicação, na cidade de Munique. Recebeu ainda, no mesmo ano, o prêmio de Melhor Cantor Masculino de Folclore do Brasil.

Em 1986, apresentou-se durante um mês na Inglaterra, divulgando traduções de seus livros para o inglês.
Em 1992, a estátua do Laçador, do escultor Antônio Caringi, para a qual Paixão Cortes posou em 1954, foi escolhida como símbolo da cidade de Porto Alegre.

Estátua do Laçador, para a qual Paixão Cortes serviu de modelo em 1954Em 2001 proferiu palestra sobre a música gaúcha no VII Encontro Nacional de Pesquisadores da MPB, realizado no Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Em 2003 lançou seu novo manual, com mais danças, derivadas do primeiro. Por exemplo, Valsa da mão trocada, Mazurca Marcada, Mazurca Galopeada, Sarna, Grachaim.
Em 2010 é escolhido Patrono da 56a Feira do Livro de Porto Alegre.
O agrônomo
Paixão Côrtes foi responsável pela abertura de mercado da ovinocultura no Rio Grande do Sul. Foi ele quem trouxe da Europa novos métodos e tecnologias de tosquia, desossa e gastronomia, além de incentivar o consumo de carne ovina.
Ele começou a trabalhar na Secretaria da Agricultura aos 17 anos como classificador de lã. Em 40 anos de serviço, passou pelas Estações Experimentais de Pelotas, Santana do Livramento e nos Campos de Cima da Serra e em Porto Alegre, também como professor dos curso de classificação de lã, ovinotecnista e, por fim, chefe do Serviço de Ovinotecnia.
Formado em 1949 em Agronomia, na UFRGS, Paixão Côrtes desenvolveu na Secretaria da Agricultura o trabalho de extensão no interior do Estado. Segundo ele, o fato de ser folclorista e "falar a mesma língua do homem do campo" facilitou a comunicação e a implantação de novas tecnologias.

Ex-aluno do Colégio União quando seu pai trabalhava na Estação Experimental de Uruguaiana,RS - Brasil, foi ele que carinhosamente deu o apelido para o Colégio União de Baio Velho, onde foi aluno de Cirilo e Diva Neves Zadra, também estudou no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, Paixão Côrtes é um personagem decisivo da cultura gaúcha e do movimento tradicionalista no Rio Grande do Sul, do qual foi um dos formuladores, juntamente com Luiz Carlos Barbosa Lessa e Glauco Saraiva. Juntos, partiram para a pesquisa de campo, viajando pelo interior, para recuperar traços da cultura do Rio Grande.
Em 1948, organizou e fundou o CTG 35 e, em 1953, fundou o pioneiro Conjunto Folclórico Tropeiros da Tradição.
Em 1956, Inezita Barroso gravou as músicas tradicionais gaúchas Chimarrita-balão, Balaio, Maçanico e Quero-Mana, Tirana do Lenço, Rilo, Xote Sete Voltas, Xote Inglês, Xote Carreirinha, Vaneira Marcada, recolhidas por Paixão Cortes e Barbosa Lessa.
Em 1958, Paixão Côrtes apresentou-se no Olympia de Paris, no palco da Universidade de Sorbonne, no Hotel de Ville, no Teatro Alhambra, além de clubes noturnos e cabarés.
Em 1962, Inezita Barroso gravou as composições Tatu e Pezinho, recolhidas por Paixão Côrtes e Barbosa Lessa. No mesmo ano, recebeu o prêmio de Melhor Realização Folclórica Nacional. Em 1964, apresentou-se na Alemanha, na Feira Mundial de Transportes e Comunicação, na cidade de Munique. Recebeu ainda, no mesmo ano, o prêmio de Melhor Cantor Masculino de Folclore do Brasil.
Em 1986, apresentou-se durante um mês na Inglaterra, divulgando traduções de seus livros para o inglês.
Em 1992, a estátua do Laçador, do escultor Antônio Caringi, para a qual Paixão Cortes posou em 1954, foi escolhida como símbolo da cidade de Porto Alegre.
Estátua do Laçador, para a qual Paixão Cortes serviu de modelo em 1954Em 2001 proferiu palestra sobre a música gaúcha no VII Encontro Nacional de Pesquisadores da MPB, realizado no Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Em 2003 lançou seu novo manual, com mais danças, derivadas do primeiro. Por exemplo, Valsa da mão trocada, Mazurca Marcada, Mazurca Galopeada, Sarna, Grachaim.
Em 2010 é escolhido Patrono da 56a Feira do Livro de Porto Alegre.
O agrônomo
Paixão Côrtes foi responsável pela abertura de mercado da ovinocultura no Rio Grande do Sul. Foi ele quem trouxe da Europa novos métodos e tecnologias de tosquia, desossa e gastronomia, além de incentivar o consumo de carne ovina.
Ele começou a trabalhar na Secretaria da Agricultura aos 17 anos como classificador de lã. Em 40 anos de serviço, passou pelas Estações Experimentais de Pelotas, Santana do Livramento e nos Campos de Cima da Serra e em Porto Alegre, também como professor dos curso de classificação de lã, ovinotecnista e, por fim, chefe do Serviço de Ovinotecnia.
Formado em 1949 em Agronomia, na UFRGS, Paixão Côrtes desenvolveu na Secretaria da Agricultura o trabalho de extensão no interior do Estado. Segundo ele, o fato de ser folclorista e "falar a mesma língua do homem do campo" facilitou a comunicação e a implantação de novas tecnologias.
CAVALGADA NO FIM DO MUNDO
EDUARDO ROCHA

Acompanhe a Cavalgada dos Extremos pelo blog: http://www.eduardorocha.fot.br/blog/
Release: http://www.eduardorocha.fot.br/blog/?p=109
CONT:
newsletter@eduardorocha.fot.br

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CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO
RIOGRANDENSES
DVD EM COMEMORAÇÃO AOS DEZ ANOS DE CARREIRA
CONTATO:
Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva
Fone: 51. 9822.9151
http://www.cesarerogerio.com.br/
www.twitter.com/cesar_rogerio
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terça-feira, 21 de junho de 2011
EL CHANGO DUARTE
ANTES DE VOLTAR PA’S CASA

Vou rumbiando pela velha senda,
num tranquito meio sonolento,
hai que molhar a goela na venda,
que o caminho é mui polvorento...
De longe, o bolicho já me chama,
perdido em meio ao pajonal,
amigos, charla, riso e brama,
assado e o carteado habitual...
E de longe também já s’escuta
os ricos floreios das bordona,
hoje, tou malparado, ah la pucha!,
essa volta, vim sem a cordiona...
Apeio e ato ao palanque o pingo,
entre gargalhada e gritaria;
me saluda o bolichero gringo,
vou adentrando na pulperia,
Às vez, aparece um boi corneta,
querendo azedar o ambiente,
mas a gente despede o sotreta,
puxando a Guazú Birá pa’ frente...
Clube de soltero ou descasado,
índio que não tem para quem voltar,
é meio sicólogo, o pulpero,
isso é o que nos atrai àquele bar...
Diferentes tipos reunidos,
ermãos d’ alma, amigos de coração,
ali las passamos entretidos,espantando mágoa e solidão!
Texto: Jorge Webber (El chango Duarte)
Foto: Eduardo Rocha
elchangoduarte@yahoo.com.ar
http://www.eduardorocha.fot.br/
http://br.olhares.com/EduRocha

Vou rumbiando pela velha senda,
num tranquito meio sonolento,
hai que molhar a goela na venda,
que o caminho é mui polvorento...
De longe, o bolicho já me chama,
perdido em meio ao pajonal,
amigos, charla, riso e brama,
assado e o carteado habitual...
E de longe também já s’escuta
os ricos floreios das bordona,
hoje, tou malparado, ah la pucha!,
essa volta, vim sem a cordiona...
Apeio e ato ao palanque o pingo,
entre gargalhada e gritaria;
me saluda o bolichero gringo,
vou adentrando na pulperia,
Às vez, aparece um boi corneta,
querendo azedar o ambiente,
mas a gente despede o sotreta,
puxando a Guazú Birá pa’ frente...
Clube de soltero ou descasado,
índio que não tem para quem voltar,
é meio sicólogo, o pulpero,
isso é o que nos atrai àquele bar...
Diferentes tipos reunidos,
ermãos d’ alma, amigos de coração,
ali las passamos entretidos,espantando mágoa e solidão!
Texto: Jorge Webber (El chango Duarte)
Foto: Eduardo Rocha
elchangoduarte@yahoo.com.ar
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sábado, 18 de junho de 2011
JAIRO LAMBARI FERNANDES
No Rastro da Gadaria

Já faz três dias que culatreio esta tropa
Que vem mermando, quase chegando ao destino
Canso cavalos no rastro da gadaria
Nas alegrias poucas de um campesino
Só mais uns dias e a tropeada se termina
Minguada é a plata para os que rondam madrugadas
Empurrando bois, nos encontros dos cavalos
De longe os galos prenunciam alvoradas
Refrão:
De vez em quando um sapucay chamando a ponta
E um índio touro abre o peito e atropela
Um cusco baio se revolta e garroneia
O boi coiceia e, dando volta, se entrevera
Tranqueia o gado farejando um aguaceiro
Que vem se armando lá prás banda oriental
Abrem-se ponchos na culatra e lá na ponta
E o vento afronta mareteando o pastiçal
Troveja longe e o raio plancha na terra
E a manga d´água já branqueia o corredor
Encharca o poncho e a alma de quem tropeia
Se o tempo enfeia pros lados do chovedor
Não vejo a hora de findar esta jornada
E voltar pro rancho que ergui no meu lugar
Já imagino a minha linda na janela
Sonhei com ela e pra ela vou voltar
Interpretação:
Abramo machado e Felipe Araújo
JAIRO LAMBARI FERNANDES

Nascido em 13/07/1967 Jaime Alvino fernandes, o "Lambari" teve sua infância
na mesma cidade onde nasceu Caciqui, Rio Grande do Sul.
Morou durante 06 anos no interior de Cacequi, trabalhando como peão de campo
na localidade de macaco branco, na gja. Sta. teresinha onde foi descoberto
por Joarez Fialho o qual o apresentou à Jaime Brum Carlos que o levou pra o seu
primeiro festival Nativista da cidade de Santa maria, desde então vem
conquistando diversos festivais e premiações.
Conheçedor da lida campeira vem retratando em seu trabalho a vida do homen
do campo, mas nunca esqueçendo o romantismo do homen rural,
marca registrada de sua carreira.
http://www.jairolambarifernandes.com.br/

Já faz três dias que culatreio esta tropa
Que vem mermando, quase chegando ao destino
Canso cavalos no rastro da gadaria
Nas alegrias poucas de um campesino
Só mais uns dias e a tropeada se termina
Minguada é a plata para os que rondam madrugadas
Empurrando bois, nos encontros dos cavalos
De longe os galos prenunciam alvoradas
Refrão:
De vez em quando um sapucay chamando a ponta
E um índio touro abre o peito e atropela
Um cusco baio se revolta e garroneia
O boi coiceia e, dando volta, se entrevera
Tranqueia o gado farejando um aguaceiro
Que vem se armando lá prás banda oriental
Abrem-se ponchos na culatra e lá na ponta
E o vento afronta mareteando o pastiçal
Troveja longe e o raio plancha na terra
E a manga d´água já branqueia o corredor
Encharca o poncho e a alma de quem tropeia
Se o tempo enfeia pros lados do chovedor
Não vejo a hora de findar esta jornada
E voltar pro rancho que ergui no meu lugar
Já imagino a minha linda na janela
Sonhei com ela e pra ela vou voltar
Interpretação:
Abramo machado e Felipe Araújo
JAIRO LAMBARI FERNANDES

Nascido em 13/07/1967 Jaime Alvino fernandes, o "Lambari" teve sua infância
na mesma cidade onde nasceu Caciqui, Rio Grande do Sul.
Morou durante 06 anos no interior de Cacequi, trabalhando como peão de campo
na localidade de macaco branco, na gja. Sta. teresinha onde foi descoberto
por Joarez Fialho o qual o apresentou à Jaime Brum Carlos que o levou pra o seu
primeiro festival Nativista da cidade de Santa maria, desde então vem
conquistando diversos festivais e premiações.
Conheçedor da lida campeira vem retratando em seu trabalho a vida do homen
do campo, mas nunca esqueçendo o romantismo do homen rural,
marca registrada de sua carreira.
http://www.jairolambarifernandes.com.br/
RÁDIO TERRA GAÚCHA NA PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE GAÚCHA

.Povo Riograndense , Brasileiro e Gaúcho no passado tivemos que pegar em armas para mostrar a força dos Gaúchos do Rio Grande do Sul , é chegada a hora de mais uma vez iniciar uma revolução , mas hoje em Prol do Nosso Movimento Nativista que neste ano completa seus 40 anos de existência , este movimento é responsável pela manutenção musical do nosso estado nesses 40 anos , onde surgiram , surgem e SE DEPENDER DE TODOS nós vão continuar surgindo novos cantores , poetas , músicos que são responsáveis pela criação de nossa imagem sonora e manutenção de nossa cultura através de suas letras e melodias ,retratando nelas o nosso modo tão peculiar de ser .
È chegada a hora senhores de pegarmos em armas novamente , mas desta vez elas são as nossas palavras de APOIO aos nossos festivais que estão enfraquecidos , estão quase sem força para lutar contra as culturas adversas que são plantadas em seu lugar a cada dia .
Pedimos , a cada um dos senhores que tem em si este legado ancestral de defender sua terra , que nos ajude com tuas palavras de APOIO.

Mande teu email de apoio com o título “Não Deixei Morrer Nossa Vigília” para cpd@cachoeiradosul.rs.gov.br ( e para os principais emails da Prefeitura de Cachoeira do Sul .
“Não Deixei Morrer Nossa Vigília”
www.radioterragaucha.com.br
Parceiros
Agradecemos a cada um de vocês pela força e luz !
Equipe Rádio Web Terra Gaúcha .
sábado, 28 de maio de 2011
...POR FALAR EM VOCÊ...

"Falar de você, é falar destes campos tristonhos que escondem os sonhos
adormecidos nas taperas...
Falar de você, é falar das tardezinhas que escapam lá na serra,
alumiando as campinas, as flores e a gadaria..
Falar de você..é falar da esperança que cavalga nestes crioulos, rasgando as fronteiras
onde a lua dorme então..
Falar de você é falar da solidão destes galpões onde o fogo faz companhia, a prosa,
o mate, e seus peões entoando uma moda antiga.
Falar de você é matear a saudade, no chiado da cuia quando a dor faz alarde.
Falar de você, é compor mil versos e canções pra cantar as coisas lindas deste Rio grande, na paisagem campeira do teu eu no horizonte.."
Andrea Rodrigues
*foto/ Eduardo Rocha

"Falar de você, é falar destes campos tristonhos que escondem os sonhos
adormecidos nas taperas...
Falar de você, é falar das tardezinhas que escapam lá na serra,
alumiando as campinas, as flores e a gadaria..
Falar de você..é falar da esperança que cavalga nestes crioulos, rasgando as fronteiras
onde a lua dorme então..
Falar de você é falar da solidão destes galpões onde o fogo faz companhia, a prosa,
o mate, e seus peões entoando uma moda antiga.
Falar de você é matear a saudade, no chiado da cuia quando a dor faz alarde.
Falar de você, é compor mil versos e canções pra cantar as coisas lindas deste Rio grande, na paisagem campeira do teu eu no horizonte.."
Andrea Rodrigues
*foto/ Eduardo Rocha
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