sexta-feira, 2 de agosto de 2013


UM DIA DE TROPEADA

 

  1. "Tropeia a saudade pelos campos de lei
    de lejos vejo a tropilha,
    mietras o vento tráz milongas no vento
    Vivo lá na Fronteira
    onde nascem nos arreios
    poemas e amores perdidos.
    ... Onde a Luz faz clarão
    onde arde o passado de glória
    terra de potros e guerrilhas
    Ajeito o rebenque, e risco o estradão
    já e dia, e a viagem é longa
    Só eu e Deus em meu zaino
    e um pingo por companhia
    Campareando nostalgias
    Guiando meu destino e a tropilha.
    Arrebenta a chuva lá no banhado,
    cheiro de terra molhada
    e a tarde baixando lá na Tapera.
    O mate convida a saudade
    e desencilho os recuerdos,
    pra junto da gadaria
    São coisas simples do campo
    do pago, da vida, de tropas
    e de sonhos, as coisas da lida.
    Esperanças que floreiam
    na invernanda, a guitarreadas
    a prosa, os versos , a Lua campeira,
    as três marias.
    Amanhã chego junto lá na estância
    missão cumprida e volto pro rancho
    pra esperar nos teus braços
    o regresso e o clarão
    de mais um dia de Tropeada"

    Texto:Andrea Rodrigues
    Foto: Jose guilherme Martini

    JGMartini Fotografias
    http://www.crioulos.com.br/





http://www.radiofronteiragaucha.com/




SANTIAGO DEL ESTERO





Esta tierra es rica en historia y cultura. Cuna de célebres músicos y compositores, sede de importantes templos religiosos y productora de tradicionales artesanías, Santiago del Estero cautiva con sus encantos a quienes la visitan. Es la ciudad más antigua del país y conserva en su arquitectura (se destacan el Cabildo y la Catedral) y en sus calles la huella de un próspero pasado colonial. Pero mantiene vivas también múltiples costumbres ancestrales, transmitidas generación tras generación. Así es como siguen danzándose chacareras en los patios de casas y peñas, como siguen cocinándose empanadas en horno de barro y tramándose las fibras de unquillo, paja, palma y chala de maíz en delicados canastos. Calurosa y calma, la ciudad ofrece cada vez más comodidades para que el turista no sólo esté de paso: que cambie su destino y se quede.



*fuente:http://www.guiaturista.com.ar/

Foto de portada


¿CUALES ERAN LOS JUEGOS HÍPICOS CRIOLLOS?
A la hora de entretenerse nuestros gauchos en el período colonial no andaban con vueltas: * Juego de cañas, *Corrida de toros, * Juego del pato, * La cogoteada, * Corrida de sortijas, *Carrera de caballos (Cuadreras?)

 Nuestra fuente es Justo P- Saenz (h) un señor que sabia de estas cosas y mucho, asi que no nos vamos andar haciendo los sabiondos, y lo citamos textualmente de su libro: "Equitación gaucha en la pampa y la Mesopotamia" (1942)
 Foto: L.G.Jurgen
  1. Foto: ¿CUALES ERAN LOS JUEGOS HÍPICOS CRIOLLOS?
A la hora de entretenerse nuestros gauchos en el período colonial no andaban con vueltas: * Juego de cañas, *Corrida de toros, * Juego del pato, * La cogoteada, * Corrida de sortijas, *Carrera de caballos (Cuadreras?)

Nuestra fuente es Justo P- Saenz (h) un señor que sabia de estas cosas y mucho, asi que no nos vamos andar haciendo los sabiondos, y lo citamos textualmente de su libro: "Equitación gaucha en la pampa y la Mesopotamia" (1942)
Foto: L.G.Jurgen
    http://www.sanantoniodeareco.travel/


sexta-feira, 5 de julho de 2013

MARIO BARCOS

MARIO BARCOS
 

 

COISAS DO MEU RIO GRANDE

 
COISAS DO MEU RIO GRANDE
 
 

 Ele tem o cheiro da terra molhada,
e nos olhos a calmaria da invernada;
noite que despenca em sonho,
manhã que se cumpre em promessas,
... a esperança viva,
na dança e na alegria.

No seu dorso a lua faz seu achego,
no jeito campeiro o sol se faz morada
no flete que dispara em seus campos
as estrelas descansam tranquilas,
clareando a sua estrada.

Faz de mim a tua voz e o teu grito,
o pranto e o sorriso de quem nunca se entregou;
ele é minha terra, meu destino e meu abrigo;
ele é meu caminho, ele é o que sou.

Não te enganes, não...
se tu não sabes de quem falo nesta canção,
estes versos, simples versos, são pra dizer...meu Rio Grande sou tão teu, que meu eu és tu.

Não te enganes, não...tu não sabes do que essa gente é capaz,
nos teus campos toda a dor se refaz;
em teu berço, a tua História não dorme jamais.
Faz de mim tua bandeira, que voa livre ao vento; nestas fronteiras, em meu cavalo, galopa a tua virtude, presa no arreio;

Sou o teu povo, aguerrido, sou, do teu ventre, o teu filho.
Não te enganes, não...
tu não entendes o que sinto em meu peito;
o teu dele carrego junto, em meu lenço;
nasci de suas entranhas, e não conheço a derrota:
tenho orgulho de ser o que sou:
sou gaúcho, de laço e de espora.

E se tu queres saber destas coisas que te canto agora,
me dá a mão, vem pra cá, não demora;
no meu Rio Grande, o amor é a nossa História!

Texto: Andrea Rodrigues e Jorge Webber ( El chango Duarte)
 
Foto: Eduardo Rocha

DE CAMPO E ALMA/ RÁDIO FRONTEIRA GAÚCHA

QUANDO FLOREIA A SAUDADE

" Quando floreia a saudade no rancho lejano;
   O mate esquenta o corpo, mais não a alma.
   Tristonha é a esperança, quando se escapa no vento
   pa' buscarte entre campos e sonhos,
   Tristonha é a tarde que te nonbra e me entrevera nas tormentas
   que esconde a alma.
   Quando floreia a saudade no ranchito solito;
   o guitarreiro canta pra Lua, e o fogo arde no chão
   Cheiro de lenha queimada, proza e solidão no galpão.
   Quando floreia a saudade no ranchito abrigo
   a mirada engana a verdade e te busca na beira do estradão..."




* texto Andrea Rodrigues
* foto:
Eduardo Rocha - Fotografia - Porto Alegre, Brazil
http://www.eduardorocha.fot.br/
 

RIO GRANDE DO SUL/ NOITE NATIVISTA/ SÃO PEDRO DO SUL





RÁDIO FRONTEIRA GAÚCHA

ALMA SALTEÑA


ALMA SALTEÑA




 

CELSO OLIVEIRA




 
 

A LINDA JAGUARÃO SOBRE NO OLHAR DE LINO MARQUES CARDOSO