segunda-feira, 10 de março de 2014
FARRAPOS
Na guerra pela liberdade, lutaram conterrâneos,
Irmãos em lados opostos, soldados apostos,
Lanças, espadas, canhões, os índios em seus redomões...
Uns querendo o divórcio, a formação de um novo Estado,
Outros mantendo o consórcio, com o império ao seu lado.
Farrapos libertadores, Picapaus mantenedores,
E assim foi por muito tempo, o Rio Grande e seu horizonte sangrento...
Muitos encararam a sorte, valentes, guerreiros,
Neste jogo de vida e morte, disputado por lanceiros,
Alguns se tornaram heróis e até hoje vivem na história,
Vários tombaram no campo, sendo apenas esta sua glória.
No final, apesar da derrota, a vitória foi Farroupilha
Pois mostrou ao mundo inteiro que gaúcho é xucro e não se encilha!
ANDRÉ DIEFENBACH
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
EDUARDO ROCHA
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ARGENTINA
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ARGENTINO LUNA
Dejá que silben los vientos
y que se arqueen los talas,
que en este rancho de adobe
jamás ha pasado nada.
El hircón y las tijeras
están muy bien sujetadas,
por unassogas y tientos
que fueron bien maseteadas;
de una yegua cimarrona
que quebré en una pialada.
Dejá que silben los vientos
y que castiguen las aguas,
y que en la vieja tapera
se aparezca la luz mala.
Que todo lo que sea luz
es mejor nunca apagarla...
Mientras rebire unos tientos
atracá al fuego la pava
y cebame unos amargos
compañera de mi alma.
Deja que silben los vientos
y que llueva con más gana,
que buena falata hace aquí
que cayeran estas aguas.
Mañana cuando amanezca
con el lucero del alba
ensillaré mi picaso
pa'ensillar la caballada;
y dir arando estas tierras
y después poder sembrarlas.
Nunca te asustes del viento
ni le temas a las aguas,
asustarte de que puedas
hacer una cosa mala.
Yo voy a dir ensillando
pa'traer la caballada,
vos seguí con tus quehaceres
que sos una moza guapa...
Dejá que silben los vientos
y aparezca la luz mala.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
GAÚCHO
Teu olhar entristecido,
perdido na invernada,
faz sangrar o talho da minha alma.
Queria ter o dom
pra me refazer a laço e espora,
pra ser mais do que hoje eu sou,
pra ser o sonho que o teu ser sonhou.
Beijo teu beijo,
que tem o amargo do mate,
e me perco em tuas melenas,
sem a pretensão de fugir;
sou presa fácil, sem peleia,
esperando sem alarde.
Me espalho no vento,
com a fumaça da lenha que arde...
queimando, junto, meu desatino;
eu busco teu peito abrigo,
pra me fazer Taco, o que foi covarde;
pra me fazer teu servo,
teu vinho, o teu pão;
me faço querer, tua ilusão.
Desprendo meu medo da soga,
derramo o orgulho no chão;
já não sou do passado,
lembranças nem ilusão;
sou teu eu, teu querer,
refazendo na minha dor
os caminhos do teu coração!
Foto:http://www.eduardorocha.fot.br/
Y TE NONBRA MI SOLEDAD
"Me llena la nostalgia y los recuerdos que cautivan mi alma.
Esperanza eterna que consuela dos dias de ausência y mates, junto
al rio que se me lleva mi llanto y mis tardes.
Aun te nonbro y te busco en miradas mui raras que nada saben de mí.
Aun te nonbro en las calles del pueblito olvidado
en aquel rincon lejano donde se perdio mi alma,
mi ser, mi juventud y toda la vida que aun habia en mí.
La vida se lleva sin runbro, porque de nada se yo lo que me espera
Prefiero pensar que vendrás em vida una vez más,
pa' quitarme el lamento del amor que aun llama tu nonbre"
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