sábado, 18 de junho de 2011

JAIRO LAMBARI FERNANDES

No Rastro da Gadaria


 Já faz três dias que culatreio esta tropa
Que vem mermando, quase chegando ao destino
Canso cavalos no rastro da gadaria
Nas alegrias poucas de um campesino


Só mais uns dias e a tropeada se termina
Minguada é a plata para os que rondam madrugadas
Empurrando bois, nos encontros dos cavalos
De longe os galos prenunciam alvoradas


Refrão:
De vez em quando um sapucay chamando a ponta
E um índio touro abre o peito e atropela
Um cusco baio se revolta e garroneia
O boi coiceia e, dando volta, se entrevera


Tranqueia o gado farejando um aguaceiro
Que vem se armando lá prás banda oriental
Abrem-se ponchos na culatra e lá na ponta
E o vento afronta mareteando o pastiçal


Troveja longe e o raio plancha na terra
E a manga d´água já branqueia o corredor
Encharca o poncho e a alma de quem tropeia
Se o tempo enfeia pros lados do chovedor


Não vejo a hora de findar esta jornada
E voltar pro rancho que ergui no meu lugar
Já imagino a minha linda na janela
Sonhei com ela e pra ela vou voltar



Interpretação:
Abramo machado e Felipe Araújo

JAIRO LAMBARI FERNANDES



Nascido em 13/07/1967 Jaime Alvino fernandes, o "Lambari" teve sua infância
na mesma cidade onde nasceu Caciqui, Rio Grande do Sul.
Morou durante 06 anos no interior de Cacequi, trabalhando como peão de campo
na localidade de macaco branco, na gja. Sta. teresinha onde foi descoberto
por Joarez Fialho o qual o apresentou à Jaime Brum Carlos que o levou pra o seu
primeiro festival Nativista da cidade de Santa maria, desde então vem
conquistando diversos festivais e premiações.
Conheçedor da lida campeira vem retratando em seu trabalho a vida do homen
do campo, mas nunca esqueçendo o romantismo do homen rural,
marca registrada de sua carreira.

http://www.jairolambarifernandes.com.br/

RÁDIO TERRA GAÚCHA NA PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE GAÚCHA



.Povo Riograndense , Brasileiro e Gaúcho no passado tivemos que pegar em armas para mostrar a força dos Gaúchos do Rio Grande do Sul , é chegada a hora de mais uma vez iniciar uma revolução , mas hoje em Prol do Nosso Movimento Nativista que neste ano completa seus 40 anos de existência , este movimento é responsável pela manutenção musical do nosso estado nesses 40 anos , onde surgiram , surgem e SE DEPENDER DE TODOS nós vão continuar surgindo novos cantores , poetas , músicos que são responsáveis pela criação de nossa imagem sonora e manutenção de nossa cultura através de suas letras e melodias ,retratando nelas o nosso modo tão peculiar de ser .

È chegada a hora senhores de pegarmos em armas novamente , mas desta vez elas são as nossas palavras de APOIO aos nossos festivais que estão enfraquecidos , estão quase sem força para lutar contra as culturas adversas que são plantadas em seu lugar a cada dia .
Pedimos , a cada um dos senhores que tem em si este legado ancestral de defender sua terra , que nos ajude com tuas palavras de APOIO.

Mande teu email de apoio com o título “Não Deixei Morrer Nossa Vigília” para cpd@cachoeiradosul.rs.gov.br ( e para os principais emails da Prefeitura de Cachoeira do Sul .

“Não Deixei Morrer Nossa Vigília”

www.radioterragaucha.com.br

Parceiros

Agradecemos a cada um de vocês pela força e luz !
Equipe Rádio Web Terra Gaúcha .

sábado, 28 de maio de 2011

...POR FALAR EM VOCÊ...





 "Falar de você, é falar destes campos tristonhos que escondem os sonhos
adormecidos nas taperas...
Falar de você, é falar das tardezinhas que escapam lá na serra,
alumiando as campinas, as flores e a gadaria..
Falar de você..é falar da esperança que cavalga nestes crioulos, rasgando as fronteiras
onde a lua dorme então..
Falar de você é falar da solidão destes galpões onde o fogo faz companhia, a prosa,
o mate, e seus peões entoando uma moda antiga.
Falar de você é matear a saudade, no chiado da cuia quando a dor faz alarde.
Falar de você, é compor mil versos e canções pra cantar as coisas lindas deste Rio grande, na paisagem campeira do teu eu no horizonte.."



Andrea Rodrigues


*foto/ Eduardo Rocha

terça-feira, 24 de maio de 2011



EDUARDO ROCHA



A influência do design e a proximidade com o marketing rural são presenças marcantes em seu trabalho fotográfico. 


Pessoas comuns em seu ambiente natural, paisagens e imagens do cotidiano captadas sob ângulos diferenciados registram o olhar deste fotógrafo.



http://br.olhares.com/EduRocha


sexta-feira, 20 de maio de 2011

AMILTON LIMA


BOLICHO BAR - 19 MAIO / SÃO LOURENÇO DO SUL
CONT: 51 32511790

16.RODEIO DE CAMAQUÃ - 21 MAIO / CAMAQUÃ
CONT. 51 36712743

http://www.amiltonlima.com.br/

sexta-feira, 29 de abril de 2011

HOMENAGEM A RUI BIRIVA



POR CÉSAR OLIVEIRA



...Cantar é preciso para viver e amar...



Um cantor, trovador, instrumentista... um artista, muitos dizem que são seres humanos que estão mais próximas de Deus, se é mesmo, não sei, quem sabe um dia saberei...

Sei sim, que estes são na vida terrena abençoados com o dom de encantar, de levar alem fronteiras a língua que o mundo todo se identifica, escuta, aplaude, chora, ri... extravasa. Este dom para muitos é dado em demasia, outros menos, mas poucos o respeitam e usufruem, pois não possuem a sapiência de que este dom não é seu e sim da vida, do mundo.

Quando um destes “seres de luz” se destaca, ele destaca a força divina, ele representa através deste dom, a natureza, os povos, a angustia de muitos e a alegria de tantos. É certamente um mensageiro que sustenta a magia de corações apaixonados e acalanta a tristeza de corações mutilados...

É um mensageiro que em segundos atravessa oceanos, e entrega através da sonoridade de seu dom, seu comunicado.

Sendo assim, te peço amigo Rui: Entrega lá em riba esta mensagem do povo Riograndense:

 
- “Patrão”, esta chegando em sua estância um peão deste Rio Grande, um Gaúcho guerreiro que através do canto desbravou e elevou nossa pátria. Ele chegará com um riso largo, jeitão pacholento, facilita toma conta e forma um fandango e ao encontrar São Miguel, é capaz de “prendê” o grito: - Tchê loco!!!! Por onde andastes??? Peleador como tu não se viu.... Mas não se assuste, ele é assim mesmo, por onde passou deixou alegria, amigos, admiradores e eternos seguidores. Foi um desbravador que abriu picadas para muitos que hoje percorrem o mesmo caminho que seus pés socaram o trilhado.

 
- Este “peonaço” deixou saudades meu “Senhor”, mas nos deixou sua mensagem, de paz, alegria de vida e de luta pela mesma.


- Ele é um exemplo de respeito pela vida, a qual devemos viver intensamente, pois é curta e se acaba. Deixou a mensagem de que devemos cuidar dos nossos e dos outros também... e ele soube muito bem realizar tal tarefa.


- Bueno, só te peço mais uma coisinha.... - Vez por outra “Patrão”, envia-nos noticias deste “amigaço”, quem sabe através de um raio de sol tão embriagado de luz como seu sorriso, ou que sabe num sopro de vento que traga a sonoridade de sua voz, e junto dela a mensagem que diz:

- Cantar é preciso... para ser eternamente vivo.



Obrigado amigo Rui Biriva por toda alegria que nos deixastes, agora por favor alegra este “Patrão” que esta tristonho com seu povo, mas diz pra ele que sempre nos resta esperança, e tu nos ensinastes isso.

César Oliveira


NOTA DO FALECIMENTO DE RUI BIRIVA
Rui Biriva, cantor gaúcho morto aos 53. Foto: Reprodução


Rui Biriva, cantor e compositor do Estado do Rio Grande do Sul, morreu nesta segunda-feira (25), às 22h45, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do local.

O músico, que lançou mais de dez álbuns em quase 30 anos de carreira, deu entrada na emergência do hospital no dia 14 de abril com um tumor no intestino grosso. Estava internado desde então.


Natural de Horizontina, Rui era um dos grandes nomes da música regional do Estado e colecionou inúmeros prêmios - entre eles, o Troféu Guri, da RBS, e o Top of Mind, da Revista Amanhã (categoria Cantores Regionais). Em 2000, ainda fez uma turnê de 20 dias em Portugal.


As composições de Rui, que também apresentava programas em estilo rural em rádios, chegaram a ser gravadas por Daniela Mercury, Os Nativos e Dalvan.




VOLTAREI


Composição : Rui Biriva/Elton Saldanha





"Eu voltarei pra te dizer

Longe de ti não é viver

Pra teu amor quero voltar

Eu voltarei porque senti

Eu tive medo,eu fugi
Peço perdão,quero voltar
Naquele dia quando eu disse adeus


Um sonho lindo em meu peito morreu
Parece que deus esquecia de mim
Naquele dia eu perdi a memória
Por isso eu não posso contar minha história


Sem trazer você pra perto de mim
Voltarei,o peito cheio de amor
Pra mandar embora essa dor
Pra te amar eu voltarei
Voltarei,porque eu sei que não é tarde
Pra matar essa saudade"


 

terça-feira, 15 de março de 2011

CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

MARÇO 2011 - CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO

INF/ CONTATO:
Mariana Pires
Produção Executiva
Fone: 51. 9822.9151
www.cesarerogerio.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CÉSAR OLIVEIRA


César Oliveira e Os Chimangos em turnê pela Europa



De 07 de fevereiro a 01 de março, César Oliveira estará em turnê pela Europa juntamente com o Grupo de Arte Nativa Os Chimangos, de Caçapava do Sul. Esta é a sétima vez que o grupo se apresenta em festivais de folclore no velho continente, sempre mostrando as danças típicas do Rio Grande do Sul e da América Latina. Desta vez o roteiro inclui espetáculos na Hungria, Romênia, Eslováquia, Suíça e França.
Compõem a comitiva 22 dançarinos, os diretores do grupo e os músicos César Oliveira (charango, bombo-leguero, voz), Edilberto Bérgamo (gaita ponto), André Teixeira (violão e voz) e Ivan Letelier (zamponã, quena e voz), que serão responsáveis pela execução ao vivo do repertório, composto por 27 danças folclóricas latino-americanas, são elas: Dança das Avestruzes, Anú, Tatu Novo, Tirana do Lenço, Chimarrita, Tatu Velho, Ratoeira, Chula, Galopera, Malambo Sureño, Zamba de Mi Esperanza, Huella, Firmeza, Malambo Norteño, Taquirari, Bailecito, Carnavalito, Chamamé, Favo de Mel, Balaio, Pezinho, Xote de Carreirinha, Dança dos Facões e Pericón, além de Zamba de las Tolderias, Chacarera del Rancho e Recuerdo, músicas do repertório de César Oliveira e Rogério Melo que foram coreografadas especialmente para a turnê.
A parceria entre César Oliveira e Os Chimangos já vem de muitos anos e faz parte da formação musical do cantor, que integrou o grupo por cinco anos, tendo, inclusive, participado da 3ª turnê européia, feita em 1995. Esta parceria consolidou-se ainda mais através da participação dos Chimangos nos três DVDs gravados pelo dueto. Neste sentido, esta turnê também visualiza projetos futuros entre César Oliveira e Rogério Melo e Os Chimangos.
Para César, outro grande objetivo da viagem é “buscar bagagem de informações relacionadas à musica regional e ao folclore dos países que serão visitados, pois certamente todas as experiências e conhecimentos adquiridos terão muito valor na preparação de futuros trabalhos e composições”.



Os Chimangos






Em 23 de outubro de 1977, oito jovens estudantes fundam, em Caçapava do Sul, o Grupo de Arte Nativa "Os Chimangos".
Na época, já revelavam a preocupação em resgatar a verdadeira arte folclórica latino-americana através da dança, integrada à literatura e aos elementos culturais dos povos da América do Sul.
Surge, então, o nome do grupo, numa clara evocação à obra-mestra e livro-poema de Amaro Juvenal - "Antônio Chimango".
Como a própria história, ciência e arte em movimento, "Os Chimangos" são inquietos. E buscam, no "gavião campeiro da planície americana, ave nativa que irmana" e lhes dá o nome, vôos maiores de união e paz.
A trajetória do grupo nesses 30 anos é rica em espetáculos no Rio Grande do Sul, no Brasil e no exterior. Fiéis às raízes gauchescas e latino-americanas, "Os Chimangos" destacam-se pela qualidade e beleza de seus shows, cuja montagem é precedida de um árduo trabalho de pesquisa. As coreografias das danças, os cenários e figurinos envolvem os seus integrantes e familiares com muita seriedade e dedicação. E sob as luzes dos palcos, eles brilham fortalecidos, revelando maestria e perfeição.








contato:César Oliveira


Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva 
Fone: 51. 9822.9151
www.cesarerogerio.com.br
www.twitter.com/cesar_rogerio

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CHANGO NIETO

CORAZÓN SALTEÑO



Nació en la Provincia de Salta, tierra de músicos y poetas el 8 de Abril de 1943. En el año 1960 llego a La Plata a completar sus estudios. Por esos años la música folklórica argentina estaba en su gran apogeo; y en una de las peñas tradicionales de esta ciudad se encontró con Hernán Figueroa Reyes, quien después de escucharlo le propone grabar su primer disco.
Desde 1965, donde fue Revelación del Festival Mayor del Folklore en Cosquin, grabo mas de 600 canciones, y recibió innumerables premios.
Además su canto trascendió las fronteras de nuestro país, ya que en numerosas ocasiones visito otros países de América, Europa, Estados Unidos y Canada.



PRÊMIOS
2 Discos de Oro

Disco de Plata

Camin de Oro a la Trayectoria.

1965: Premio Revelación otorgado en el 5º Festival de Cosquín.

1980: Tercer Premio otorgado en el Festival OTI de la Canción.

1980: Premio Prensario.

1985: Fundación Konex: Diploma al mérito, cantante masculino de folclore

1995: Fundación Konex: Diploma al mérito, cantante masculino de folclore

2000: Premio Estrella de Mar: Peña "La Vizcachera" en Mar del Plata

2001: Premio Estrella de Mar: Peña "La Vizcachera" en Mar del Plata

2006: XLVI Festival Nacional del Folklore: La Comisión Municipal del Folklore le entregó un reconocimiento a su vasta trayectoria

2007: Premios Estrella de Mar: "Canciones en familia". Nominado como mejor Espectáculo musical individual
 

  
Fallece el 31 de enero de 2008 a la edad de 64 años, luego de meses de luchar contra la grave enfermedad que lo aquejaba. Durante su responso, se produce el fallecimiento de una de sus hermanas.
 

sábado, 4 de dezembro de 2010

JOSÉ LARRALDE

DON JOSÉ LARRALDE...


José Larralde nació un 22 de octubre de 1937 en Huanguelén, Provincia de Buenos Aires - Argentina

Escribió sus primeros versos a los siete años de edad, iniciando así un camino vasto y fecundo que lo llevaría inexorablemente al corazón de los Argentinos. Descendiente de vascos y árabes, don José ha sido trabajador rural, tractorista, albañil, mecánico, soldador y, como él mismo se define, guitarrero y cantor.

Vivió frente a la casa de don José Dip y allí escuchaba continuamente a Jorge Cafrune.


Un día le pidió a don José Dip que le presentara a Jorge Cafrune. Durante una noche de 1966, en un asado en casa de don Eduardo Saad , tío de Larralde, don José Dip le dice que allí le presentará a Jorge Cafrune.

Allí, José le pasa a Jorge los temas que había compuesto, el último de los cuales, era "Sin pique". Luego de escuchar la interpretación de Larralde de "Sin Pique", Cafrune quedo prendado del tema y le pide a don José Dip que al día siguiente llamara a Hernán Figueroa Reyes, director de grabaciones de CBS, porque quería grabarlo en esa semana. Hernán le dice a don José Dip que ello es imposible porque estaba listo para salir el LP "Yo digo lo que siento". Pese a todo, Jorge se empecina y lo graba enseguida. Conjuntamente con "Permiso", "Sin Pique" apareció en el siguiente LP de Jorge, titulado "Jorge Cafrune" (CBS 8745), en 1967.



Veinte días después, Cafrune regresa a Huanguelén pues tenía que actuar en una localidad cercana, muy pequeña, llamada Girodías. Jorge hizo invitar a "Pepe" Larralde para que le acompañe.


En aquella oportunidad, Cafrune interpretó 3 temas, presentó a Larralde y ya no cantó más. Toda la noche quien cantó' fue Larralde. Desde entonces, en todas sus actuaciones, Cafrune siempre mencionaba "a un chango de Huanguelén", promocionando a Larralde.


En el año 1967, José Larralde grabó el primero, de una serie de treinta y un discos editados en la Argentina. Su intensa actividad discográfica sufrió interrupciones sobre todo por el contenido crítico de la mayoría de sus canciones. En todas ellas, están presentes las vivencias de oficios, situaciones y personajes que conoció y vivió a lo largo de su vida. Personalmente, además, ejercicio las más diversas ocupaciones en el medio rural. A sus versos, tal vez por desconocimiento del medio geográfico y social en que nació y creció, suele endilgárseles cierto hermetismo y rebuscamiento.




No obstante ello, si se analiza globalmente toda su producción, es fácil entender el porqué de la adhesión y fidelidad del público. Este quizás, valorice el desprecio del intérprete hacia la maquinaria comercial que, las mayoría de las veces, ha sido principal causante del bastardeo y desvirtuación del género.

En efecto, Larralde, desde hace años, desarrolla su labor artística lejos de los circuitos comerciales masivos de festivales y casi sin apoyo promocional y publicitarios de las grandes empresas de comunicación. Ello no le impidió, no le impide, ni le impedirá seguir concitando la atención y el apoyo de nutridos núcleos de seguidores en cada uno de sus recitales.



 

Su canto trascendió nuestras fronteras para llegar a países como Alemania, Australia, México, Brasil, Colombia, Venezuela, Uruguay, Paraguay, Chile y España entre otros. Como dato elocuente de su popularidad, baste decir que las ventas de sus discos han superado largamente los doce millones de unidades y que su obra más popular "HERENCIA PA´ UN HIJO GAUCHO", lleva vendidas, ya, más de cinco millones de placas.






Fue uno de los pioneros en difundir los loncomeos y cordilleranos de origen y ambientación patagónica recopilados y/o compuestos por los hermanos Berbel. Ocasionalmente abordó canciones del Litoral y Cuyo, o rescató viejos valses criollos como "Temblando" (Alberto Acuña - Gualberto Márquez "Charrúa"); "Cardo" (Pedro Noda - Enrique Uzal).

Recientemente lo han reivindicado, como modelo, algunos músicos del rock pesado local, en particular Ricardo Iorio, ex líder del grupo Hermética.

En 1995 se le otorgó el premio Konex al mejor cantante masculino de música de raíz folklórica, y en 1995 y 1996 obtuvo sendos premios ACE (Asociación de Cronistas del Espectáculo).


Como compositor, tiene en su haber mas de seiscientas obras, trescientas de las cuales no han sido editadas hasta el momento.


Cantor orillero, tal como él gusta que le llamen, exhibe hoy una trayectoria tan notable como digna, pues se ha alejado voluntariamente del consumismo perverso tan característico de nuestra sociedad. Sin embargo, y a pesar de ello, su gente no lo olvida. Así lo demuestran la concurrencia a cada una de sus presentaciones y las sostenidas ventas de sus discos. Su éxito artístico esta bien sustentado en la auténtica y sincera expresión campera tanto como por el permanente testimonio que ha dado, a lo largo de toda su obra, de sus convicciones.




 

En 30 años, José Larralde, ha forjado una mística acaso única en el folklore argentino. Su clara y potente voz y su estampa de patriarca contrastan respecto de su obra, que siempre recurre sólo a lo imprescindible para mostrar las cosas más comunes de la vida cotidiana.

Larralde dice sus verdades (dice verdades), y las dice con una convicción tal que las mismas trocan en universales. Canciones como "A las once menos cuarto", "Patagonia", "Y otras cosas fuleras" o sus monólogos, que regala entre tema y tema, muestran un Larralde sagaz, agudo y atento observador de la realidad del hábitat circundante. Pero Larralde no se queda allí, también es testimonial (muy testimonial), cuando arremete denunciando las desigualdades entre pobres y ricos, entre peones y patrones o entre los "todopoderosos" señores instruidos de la ciudad y los, aún hoy, desprotegidos trabajadores rurales.

Capaz de cantarle una bella despedida al cigarrillo (o al mate) como narrar poéticamente la envidia del pájaro preso ante la algarabía de los gorriones libres, Larralde observa, escribe y canta aquellas cosas que, en la premura por "vivir" lo nuestro, pasamos por alto.


Allí, en sus canciones y en su poesía de neta y auténtica raigambre campera, está el secreto de este autor de obras que recorren el país de punta a punta dejando, en cada pueblo, un poco del hombre que les dio vida.


José Larralde es, hoy en día, el único compositor del folklore nacional capaz de mostrar bellamente la esencia del hombre de nuestras llanuras.



FONTE E AGRADECIMENTO:

http://www.donjoselarralde.com.ar/jl/


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010


AMOR DE TROPEIRO




Me criei entre campos e coxilhas,
Gaúcho de tradição, Tropeiro na profissão
Guiando tropas estrada afora,
dia e noite , noite e dia
Fiz minha vida nos arreios
no cavalo de lei, nas tres marias.

Noite fria o mate esquenta,
a charla no galpão
o frio espanta
A noite vai,
renasçe a vida
vai comigo a saudade, já é dia...
Eu e Deus no meu zaino,
é hora de tratar da lida.

Se engana quem me vê não me conheçe
Debaixo do barbicacho
levo um querer preso no lenço
Segredo que levo comigo
na açoiteira que fere e sangra minha alma
Na lida domei e cumpri minha sina
Só não domei o amor
que me fez presa fácil,
nos braços de uma china.

  Andrea Rodrigues
*foto: Eduardo Rocha

II AMOSTRA DE FACA ARTESANAL GAÚCHA

Porto Alegre recebe 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha





Porto Alegre recebe 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha

Amantes e admiradores da arte de forjar facas têm encontro marcado nos próximos dias 4 e 5 de dezembro, no restaurante Vitrine Gaúcha, do DC Navegantes, em Porto Alegre (RS). O local abrigará a 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha, evento aberto ao público e com entrada gratuita.
Além de exposição e comércio de facas, haverá, ao final de cada dia, demonstração de cutelaria em uma minioficina. O espaço contará com uma forja moderna, a gás, e outra antiga, a carvão, além de bigorna, martelo e outros equipamentos necessários para a manufatura de facas artesanais. Também haverá dinâmicas de cortes e afiação (interessados podem contratar serviços de afiação no local). A Associação Gaúcha de Cutelaria, organizadora da mostra, prevê a participação de pelo menos 35 expositores e espera um público diverso. “São convidados cuteleiros e colecionadores de todo o Brasil e até do Exterior. Mas o público é bem heterogêneo, esperamos desde o gaúcho de CTG, até chefs de cozinha e donas-de-casa”, afirma o presidente da Associação, Cássio Selaimen.
Quem for ao DC Navegantes vai conferir desde as facas mais simples, vendidas ao redor de R$ 30, até exemplares raros, para colecionadores. Entre as mais elaboradas, que chegam a custar até R$ 5 mil, haverá facas e bainhas adornadas com prata e ouro e as feitas com aço damasco. “As facas mais sofisticadas são feitas de aço damasco, resgatando uma técnica medieval que por um tempo ficou esquecida e hoje é dominada por poucos no Brasil”, explica Selaimen. Esse material é resultado do caldeamento de dois ou mais aços e resulta em uma lâmina extremamente resistente, flexível e com um desenho peculiar que lhe confere beleza única.
O patrono da 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha é Antônio Augusto Fagundes. Entre as atrações, haverá ainda shows musicais, de artistas como Elton Saldanha e Telmo de Lima Freitas, entre outros.

O que: 2ª Mostra da Faca Artesanal Gaúcha
Quando: 4 e 5 de dezembro, (sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 9h às 16h)
Onde: Restaurante Vitrine Gaúcha, no DC Navegantes (Rua Frederico Mentz, 1561, bairro Navegantes, Porto Alegre)
Quanto: entrada gratuita